Uma agência governamental sueca está investindo 130 milhões de coroas suecas (US$ 13,8 milhões) na tecnologia de células solares de última geração para ambientes internos, pertencente à Exeger. As células solares Powerfoyle da empresa são uma evolução das células solares sensibilizadas por corantes e oferecem condutividade 1.000 vezes superior
A solução conectada ao Programa de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), monitora áreas de risco em tempo real e já opera em aproximadamente 130 ativos de energia solar, superando R$ 15 milhões em danos evitados.
A empresa estuda ampliar seus Centros de Distribuição no país e se diz otimista em relação ao mercado solar para 2026, com a baterias se tornando uma realidade crescente para o segmento residencial, além da expansão de dispositivos para a gestão inteligente do consumo de energia, entre outros nichos.
Para 2026, a distribuidora capixaba aposta em tecnologias híbridas, mobilidade elétrica e serviços integrados, além de reforçar portfólio de soluções financeiras, enfrentando desafios regulatórios e econômicos.
De acordo com pesquisa da Solfácil, o preço médio nacional ficou em R$ 2,49 Wp. Acre, Rondônia e Alagoas encabeçando o ranking de estados com menor custo médio para instalação residencial no terceiro trimestre do ano.
A projeção deve compensar a queda de 40% no faturamento devido a carga tributária e as altas taxas de juros. Para 2026 a empresa prevê uma dinâmica mais equilibrada entre oferta e demanda e alerta: “Integrador que trabalha apenas com on-grid vai perder relevância”.
Por meio do acordo foi firmado durante a COP30, os recursos serão divididos em duas linhas de crédito: uma para projetos de transporte público coletivo de baixo carbono e outra para ampliar a geração de energia limpa, como solar, eólica e biocombustíveis.
Com um aumento de margem de 50% em comparação com 2024, a empresa aposta em baterias e carregadores veiculares, novos Centros de Distribuição e diversificação de portfólio com módulos flexíveis, BIPV e coloridos, além de soluções “do it yourself” para varandas.
A empresa vê o off-grid como solução para acesso à energia e aposta em sistemas híbridos e “all-in-one”. Para 2026, um dos focos será a oferta de soluções aplicadas para nichos como náutica eletrificada, motorhomes, entre outras.
A Agência Internacional de Energia Renovável (Irena) e a Iniciativa de Política Climática (CPI) identificaram US$ 2,4 trilhões em investimentos em transição energética em 2024, sendo um terço direcionado para tecnologias de energia renovável. O crescimento anual de investimentos em renováveis, no entanto, desacelerou significativamente, com investimentos anuais crescendo 7,3% em 2024.
Este site usa cookies para contar anonimamente o número de visitantes. Para mais informações, consulte a nossa Política de Proteção de Dados.
The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.