Novo marco legal do setor elétrico abre caminho para soluções como armazenamento de energia e geração local, beneficiando empresas com redução de custos e maior previsibilidade no consumo.
Companhia se prepara para atender vencedores do certame a partir da expertise de engenharia, construção e operação de empreendimentos fotovoltaicos com sistemas de armazenamento.
A fabricante chinesa de painéis fotovoltaicos está intensificando seus esforços em armazenamento de energia com uma nova subsidiária em Pequim, com capital de 300 milhões de yuans (US$ 42 milhões).
A instalação de 200 metros quadrados tem como meta uma capacidade de produção anual de 2 GW de células solares e 2 GW de módulos solares. A produção de células solares será 100% destinada à exportação.
Estudo da Inventta aponta que a geração distribuída avançou além das projeções e já redefine o planejamento do sistema elétrico brasileiro. A expansão acelerada pressiona a rede, amplia o risco de curtailment e exige novos modelos de gestão e integração.
A fabricante chinesa de baterias Hithium apresenta uma célula de 1300Ah, um sistema integrado de longa duração e uma solução LDES de lítio-sódio para centros de dados com inteligência artificial.
Ventos acima de 98 km/h deixaram mais de 2 milhões sem energia e alimentam a discussão sobre investimentos em resiliência da rede e armazenamento de energia.
Em uma nova atualização semanal para a pv magazine, a OPIS, uma empresa do Dow Jones, oferece um resumo das principais tendências de preços na indústria fotovoltaica global.
Por meio da parceria de cinco anos entre Motiva e Prime Energy, serão fornecidos 2.115,6 MWh por ano para 120 unidades consumidoras das concessões — entre praças de pedágio, iluminação, câmeras, balanças, bases administrativas e operacionais com redução de 26% no gasto anual com eletricidade.
ArcelorMittal ativa complexo solar em Paracatu com investimento de R$ 895 milhões feito em parceria com a Atlas Renewable Energy. Com a entrada em funcionamento, a totalidade do empreendimento será transferida para a ArcelorMittal, que avança na meta de atingir 85% da energia consumida vindo de fontes renováveis até 2030.
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