Empresa busca clientes com demanda de até 100 painéis solares para destinação adequada. Ideia é mapear demandas no estado para otimizar as rotas de coleta e compartilhar os custos, democratizando o serviço de reciclagem, especialmente para empresas de geração distribuída. A diretora Comercial da SunR, Marinna Pivatto, contou para a pv magazine sobre a campanha, que cadastra interessados até o próximo dia 22 de maio.
As usinas têm potência instalada total de 31 MW e ficam em 13 cidades de nove estados das regiões Centro-Oeste, Sul, Sudeste e Norte do país.
Com 20% de participação no mercado brasileiro, a empresa descarta escassez de módulos, mas alerta para alta de preços com o fim de incentivos na China. A empresa também defende mudanças urgentes na política de importação e vê espaço para tecnologias como HJT e TOPCon avançarem até 2027.
A empresa mantém o foco no Brasil e aposta na tecnologia de contato passivado com óxido de túnel (TOPCon) para seguir competitiva. Em entrevista exclusiva à pv magazine Brasil, o Head of Sales LATAM da empresa comentou sobre preços, desafios regulatórios e vê queda em grandes projetos por fatores como curtailment e baixos preços dos PPAs.
Produtos são indicados principalmente para residências e pequenos negócios.
Especialistas que falarão no NetZero Milan Expo-Summit 2025 em 15 de maio disseram à pv magazine que o contato passivado por óxido de túnel (TOPCon) continuará sendo a tecnologia de célula dominante no curto prazo devido aos avanços contínuos, apesar da crescente concorrência das tecnologias de contato traseiro e heterojunção.
Com 10 GW de rastreadores instalados no país, companhia mira grandes centrais solares que atenderão datacenters e projetos de hidrogênio verde, além da expansão do mercado livre. Em entrevista à pv magazine, o executivo de Desenvolvimento e Gestão de Negócios na companhia, Nelson Falcão, comentou sobre os fatores impulsionando o mercado e os desafios para o crescimento do setor no Brasil.
O ponto de partida para a viabilidade de uma usina solar são a análise do terreno e a caracterização do recurso solar. Ambos requerem dados de alta qualidade e decisões estratégicas.
As células de contato traseiro dos novos módulos com potências de 575W, 580W e 585W permitem que as células não sombreadas continuem a gerar energia mesmo que outras células estejam cobertas. Em sua estratégia de crescimento, a empresa vem apostando em produtos “premium” e com os “menores preços do mercado”.
Tecnologia monitora todas as etapas de comissionamento, gestão e manutenção das usinas fotovoltaicas e promete ampliar eficiência e rentabilidade dos ativos.
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