O valor representa uma queda de 18% em comparação com os US$ 2,509 bilhões (FOB) em igual período de 2022. Já os gastos com importação de células solares não montadas em módulos ou painéis, consideradas insumos para a montagem local, que já tem uma representação ínfima no valor total, caíram mais acentuadamente.
Projeto de lei também obriga a aquisição dos créditos de energia de microempreendedor individual que tiverem financiamento através do BNDES.
De acordo com levantamento da Absolar, de janeiro a julho de 2023, setor fotovoltaico criou 240 mil novos empregos e garantiu R$ 6,9 bilhões em arrecadação aos cofres públicos.
CCEE indica entrada de 3.330 unidades consumidoras no período, sobretudo de empresas ligadas ao comércio, serviços e indústria alimentícia. Mercado livre representa mais de 37% da demanda total de eletricidade do país.
A capacidade instalada em telhados e pequenos terrenos no Brasil é maior do que a potência da hidrelétrica de Três Gargantas, na China. Segundo a Absolar, o segmento trouxe ao Brasil mais de R$ 113,8 bilhões em investimentos privados e atende atualmente cerca de 2,9 milhão de unidades consumidoras, espalhadas por mais de 5,5 mil municípios.
A Pexapark diz que os preços dos contratos de compra de energia (PPA) caíram 11% na Europa em maio. Alemanha e Espanha foram os maiores mercados para PPAs, com negócios totalizando 245 MW e 317 MW, respectivamente.
A AES Corp. instalou uma usina solar de 180 MW conectada a 112 MWh de armazenamento no Chile. O projeto no Deserto do Atacama é a maior usina solar da América Latina vinculada ao armazenamento em baterias.
A Absolar divulgou recentemente as estimativas do impacto da tecnologia fotovoltaica no potencial de geração de emprego e renda, atração de investimentos privados e colaboração no combate às mudanças climáticas por estados. São Paulo e Minas Gerais, por exemplo, atraíram cada um mais de R$ 15 bilhões em investimentos no segmento de geração distribuída.
Aprimoramentos da Resolução 876/2020, sobre Regras de Transmissão e em Procedimentos de Rede, visam adequar o regulamento ao enquadramento e definição da faixa de potência para usinas associadas. Os ajustes incorporam o entendimento de que o ONS deve formalizar contratos de uso do sistema de transmissão dos processos de associação de centrais geradoras.
Cientistas na Índia propuseram uma nova classificação de fontes de energia destinada à adoção e definição de tecnologias emergentes, que eles disseram que as taxonomias convencionais não conseguem alcançar.
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