O plano de investimentos em infraestrutura de saneamento básico da companhia foi enquadrado como prioritário pelo Ministério das Cidades e inclui três usinas fotovoltaicas que somam 3,891 MWp. Com enquadramento, a empresa poderá emitir valores mobiliários incentivados para financiar projetos.
Uma vinícola familiar da Califórnia substituiu a eletricidade da rede por geração de energia solar no local, reduzindo os custos de energia e fornecendo um local de teste real para pesquisa fotovoltaica flutuante.
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicou, nesta terça-feira (30/12), o Planejamento do Atendimento aos Sistemas Isolados para o ciclo 2026 a 2030. Atualmente, 93% da geração para atendimento aos sistemas isolados vem de fontes fósseis, sendo 70% óleo diesel e 23,1% gás. O planejamento da EPE, no entanto, projeta um crescimento da geração solar e de armazenamento de energia em baterias para atender essas localidades.
Com redes de distribuição cada vez mais saturadas, integradores priorizam projetos grid zero para garantir viabilidade técnica e regulatória. A estratégia favorece a geração junto ao local de consumo e sinaliza uma mudança estrutural no desenho do mercado de geração distribuída no Brasil.
Ministério de Minas e Energia e a Empresa de Pesquisa Energética anunciam plano decenal que prevê cerca de R$ 120 bilhões para ampliar e modernizar o sistema de transmissão elétrico, impulsionando a capacidade de integrar renováveis e atender à crescente demanda.
Dois estudos de pesquisa liderados pelo Laboratório Nacional de Argonne demonstraram como instalações “ecovoltaicas” no meio-oeste dos Estados Unidos abrigam mais atividades de pássaros e morcegos do que campos próximos usados para agricultura.
Apesar do cenário mais provável ser favorável à geração de energia solar especialmente na Bahia e norte de Minas Gerais, é necessário um monitoramento constante, porque as previsões sazonais para o início de 2026 apresentam um grau de incerteza acima do habitual. A ausência de um padrão de larga escala e o aquecimento simultâneo de grande parte dos oceanos indicam que a previsão de chuva, temperatura, vento e irradiância solar ainda podem apresentar mudanças ao longo da estação.
Com o primeiro Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) de baterias previsto para abril de 2026, empresas que oferecem BESS “as a service” ampliam atuação em soluções comerciais e industriais, atraindo investimentos e buscando viabilizar modelos de negócio que eliminem o investimento inicial dos clientes.
Com negociações em estágio avançado no Brasil e em outros mercados da América Latina, a empresa aposta em trackers inteligentes, estruturas de alta engenharia e na evolução regulatória para ampliar sua presença em projetos utility-scale, híbridos e de geração distribuída a partir de 2026.
Aquisição envolve três usinas de geração distribuída, soma 10 MWp de potência instalada e investimento de R$ 52,8 milhões. Movimento garante 100% de participação nos ativos próprios e reforça a estratégia da companhia no mercado de energia solar descentralizada.
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