A análise das condições atmosféricas influencia diretamente a eficiência e a segurança dos projetos fotovoltaicos, abrangendo desde o desempenho diário até o planejamento estratégico de longo prazo. Empresas dos segmentos de GD e GC podem priorizar soluções diferentes de avaliação, refletindo as especificidades de cada tipo de geração. O meteorologista da Tempo OK, Caetano Mancini, explica essas diferenças e interações entre geração solar e meteorologia nesse primeiro artigo para a pv magazine Brasil.
Desde janeiro, mais de 1,7 mil clientes migraram com a Cemig como consumidores varejistas. A empresa busca manter sua liderança, com 15% de participação no mercado, conquistando os consumidores liberados para migrar. O e-commerce que possibilita a contratação de forma totalmente digital, com descontos de até 35%, e a parceria com associações e entidades que atingem o cliente final são as apostas da empresa. O vice-presidente de Comercialização da Cemig, Dimas Costa, conversou com a pv magazine sobre o tema e disse que, apesar das migrações, não há necessidade de novas usinas de geração para atender essa demanda, pois há uma sobra de energia estrutural no mercado.
De acordo com a entidade, tecnologia fotovoltaica ultrapassa 42,4 GW de capacidade instalada no país, somando as grandes usinas e os pequenos sistemas de geração própria em telhados e terrenos.
A Microsoft assinou contrato para 10,5 GW de energia renovável com a Brookfield Renewable Partners. Os projetos podem custar mais de US$ 11,5 bilhões para serem construídos, de acordo com a BloombergNEF.
Compromisso faz parte do Projeto Meta II. As empresas que formam o consórcio vão prestar os serviços de consultoria que incluem o desenvolvimento de modelos para previsão de geração solar fotovoltaica, considerando os horizontes de curtíssimo e curto prazo, que se estende desde um dia até um mês à frente.
O projeto vai transformar os dois empreendimentos eólicos já existentes na região, Ventos de Santa Eugênia e Morro do Cruzeiro, em complexos híbridos, unindo geração solar e eólica. O projeto traz como inovação o uso de baterias, com tecnologia BESS, que utiliza o mesmo ponto de conexão da eólica e solar.
A DNV prevê que a energia solar na China será responsável por 38% da produção de eletricidade do país até 2050, em comparação com 5% atualmente, com mais de um terço da capacidade solar a ser combinada com armazenamento até meados do século.
Estudo projeta que o Ambiente de Contratação Livre deverá crescer um ponto percentual por ano até o fim da década considerando o livre acesso aos consumidores de média e alta tensão. Em 2024, o mercado livre deve representar 38% do consumo de energia no Brasil. O ambiente de contratação livre é o principal foco da expansão da geração, concentrando os novos projetos de geração solar centralizada.
A Baud Resources, uma startup de tecnologia limpa, desenvolveu um mecanismo de armazenamento de energia por gravidade que usa materiais disponíveis localmente, como areia e resíduos industriais. A empresa está construindo uma planta piloto de 100 MWh que supostamente oferecerá um custo nivelado de armazenamento de cerca de INR 2,5 (US$ 0,03)/kWh.
Levantamento realizado pela Greener com base em dados atualizados até fevereiro identificou um aumento de 68% na oferta de novos projetos de geração solar centralizada. O preço da energia abaixo do necessário para remunerar os investimentos é um desafio para a materialização das novas usinas, assim como a capacidadede escoamento, com apenas 19 GW de projetos com CUST assinado.
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