O governo indiano anunciou um financiamento de INR 54 bilhões (US$ 631,5 milhões) para apoiar 30 GWh de sistemas de armazenamento de energia de bateria (BESS), alocando capacidade entre 15 estados e a produtora estatal de energia NTPC. O esquema fornece INR 1,8 milhão/MWh e exige que os projetos sejam comissionados dentro de 18 meses por meio de licitação.
Com soluções já operando no país, incluindo soluções de Battery as a Service em operação no Pará, a fabricante chinesa aposta no crescimento do mercado de armazenamento e prevê início da fabricação de baterias com tecnologia LFP ainda em 2025.
Com produção nacional e soluções que vão de ônibus elétricos a usinas solares, empresa aposta no avanço regulatório e na demanda crescente para expandir sua atuação no país, seja com novos produtos, parcerias ou até futuras fases de produção nacional.
Com alta nas tarifas de energia, restrições de rede e busca por maior autonomia energética, o mercado brasileiro de baterias deve crescer de forma acelerada, mesmo sem um marco legal regulatório definido. Fabricantes nacionais e globais se posicionam para atender à demanda crescente e ampliar a produção local.
Seguradora alerta que os principais pontos cegos permanecem para os desenvolvedores de armazenamento de energia, como a taxa de substituição da tecnologia e cortes de gastos iniciais.
A companhia deve replicar nos projetos o modelo híbrido estreado no final de maio em Caiambé, no distrito de Tefé (Amazonas), que combina geração térmica, energia solar e sistemas de armazenamento. A expectativa é que todas as plantas atualmente atendidas pela Aggreko no estado sejam hibridizadas.
O painel europeu que investiga o apagão de abril na Espanha relatou progresso paralisado devido à falta de cooperação das concessionárias, dificultando os esforços para identificar as causas em meio a disputas sobre irregularidades de tensão e acesso a dados.
Com apenas um módulo BESS (4,5 MWh) é possível multiplicar por até seis vezes a capacidade de recarga atual das garagens e carregar até 29 ônibus, reduzindo dependência da Enel.
Com tarifa extra de R$ 4,463 por 100 kWh, consumidores enxergam na autossuficiência energética uma alternativa viável e estratégica contra o aumento nas tarifas. Neste sentido, o payback dos sistemas de armazenamento pode ser reduzido de um a dois anos.
O Ministério de Minas e Energia da Colômbia apresentou um pacote de ações interinstitucionais para agilizar o licenciamento ambiental, a consulta prévia e a conexão de projetos de energia renovável para incorporar mais capacidade ao sistema elétrico nacional.
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