Empresas do Grupo Energisa investirão na melhoria da qualidade do fornecimento, na expansão e na operação do sistema, e na ampliação de consumidores nos três estados.
Simulações indicam que maior presença de baterias favorece a expansão solar e reduz curtailment, enquanto cenários com mais termelétricas ampliam a volatilidade de preços e impulsionam a receita da geração eólica.
Em audiência na Câmara dos Deputados, o ministro Alexandre Silveira defendeu a contratação de térmicas para reserva de capacidade e disse que o Ministério de Minas e Energia espera publicar as diretrizes para o leilão de BESS em abril, com realização da concorrência ainda neste ano. Além disso, mencionou a expectativa de criação no médio prazo de um percentual mínimo de bateria para nova energia renovável.
A Descarbonize Soluções ouviu 500 brasileiros em pesquisa realizada em fevereiro para entender como os cortes de fornecimento de energia afetam o dia a dia dos consumidores. Se o custo não fosse um barreira, 78% dos participantes optariam pela energia solar com bateria integrada para se proteger de apagões e picos de energia.
Deliberações envolvem pedidos da Scala, Polaris e projetos ligados à Casa dos Ventos; agência reforça que direitos de acesso dependem de contratos firmados e do cumprimento das regras vigentes
Orçado em mais de R$ 8,7 milhões, empreendimento será instalado em Jequitibá (MG), contará com mais de 10,8 mil módulos fotovoltaicos e marca a primeira licitação em formato de leilão vencida pela companhia, a partir de uma concorrência aberta pela Cemig SIM. A nova usina solar atenderá clientes na categoria de geração compartilhada.
Em termos de custos e benefícios para o sistema, baterias e hidrelétricas são as alternativas mais competitivas para prover capacidade firme, avalia a consultoria. Para as usinas térmicas, deve-se considerar a alta demanda global por turbinas e a alta exposição às flutuações globais do preço do GNL.
Relatório “Electricity 2026”, da Agência Internacional de Energia (IEA), projeta que a energia solar fotovoltaica acrescentará mais de 600 TWh por ano até o fim da década para atender a demanda das economias mais eletrificadas. Em volume de geração, a solar deve ultrapassar a energia eólica e nuclear já em 2026 e superar a hidrelétrica até 2029. As fontes renováveis e nuclear serão responsáveis por 50% da geração global de eletricidade até 2030, de 42% em 2025.
O impacto de conflitos no Oriente Médio sobre a oferta e os preços do petróleo pode, em uma primeira análise, reforçar argumentos pela transição energética, mas também expõe a dependência de importações para investimentos em tecnologias limpas. A interrupção das rotas de navegação no Estreito de Ormuz não afetam apenas a entrega de óleo, gás e derivados, mas também as exportações chinesas incluindo painéis fotovoltaicos.
Empresa afirma ter média de 1.800 projetos homologados por mês e aposta em crédito próprio e soluções integradas para sustentar crescimento no mercado solar.
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