Com tarifa extra de R$ 4,463 por 100 kWh, consumidores enxergam na autossuficiência energética uma alternativa viável e estratégica contra o aumento nas tarifas. Neste sentido, o payback dos sistemas de armazenamento pode ser reduzido de um a dois anos.
Com 15 usinas em funcionamento e outras nove a serem entregues, a empresa espera dobrar sua base de clientes em geração compartilhada em Minas Gerais até o fim do ano, chegando em 100 mil assinantes. Para o ano que vem, a expectativa é entregar outras sete usinas no estado mineiro e construir outras 13 plantas na Bahia, expandindo sua atuação regional.
Apenas 34% dos módulos testados em 2024 apresentaram desempenho igual ou superior ao informado pelos fabricantes, ao contrário dos testes realizados nos anos em 2015 e 2016, nos quais 71,7% dos painéis fotovoltaicos testados apresentaram desempenho superior ao declarado pelo fabricante e apenas 28,3% não atingiu a potência nominal.
A operação se soma a recente aquisição de duas novas usinas em São Paulo – a biogás Gaswatt Energia de 5 MW – e Tocantins, a primeira planta solar da empresa no estado com potência 6 MWp, seguindo sua estratégia de expansão voltada a aquisição de ativos operacionais prontos.
O mercado livre cresceu 10,7% em relação ao ano anterior, com o Saneamento puxando a maior demanda por energia elétrica. Enquanto a geração hidrelétrica recuou de 1,8%, os parques eólicos e solares geraram 25,7% e 31,9% mais energia, respectivamente.
Conhecida por sua experiência no segmento de iluminação, a empresa avança no setor solar com um portfólio abrangente, dois centros de distribuição em Guarulhos-SP e Araquari-SC, garantia própria e metas ambiciosas de agilidade logística.
Com investimento de cerca de R$ 3 milhões pela Enel São Paulo, viabilizado por meio do Programa de Eficiência Energética da Aneel, além das 12 mil lâmpadas convencionais foram substituídas pela tecnologia LED, os campus de Santo André e São Bernardo do Campo receberam usinas solares de 125,58 kWp e 87,36 kWp, respectivamente.
De acordo com a Athon Energia, a intermitência das renováveis exige soluções de armazenamento para contornar o desperdício e garantir segurança energética. A empresa também acredita que é imprescindível regionalizar a operação do sistema elétrico por meio de diversas operadoras da rede de distribuição (DSOs, na sigla em inglês para “Distribution System Operators”).
Durante evento Greener & Meet, participantes debateram os desafios e oportunidades do segmento de energia solar por assinatura e como as empresas devem apostar em estratégias como digitalização da jornada do cliente, expansão para o mercado livre, uso de baterias e consolidação via fusões e aquisições para garantir crescimento sustentável.
Com 14 usinas em operação e outras 10 a serem conectadas até o fim do ano, a empresa conta com um portfólio de 2.300 clientes, sendo 70% de pessoas jurídicas. Além da aposta em equipamentos de alto padrão para maximizar a eficiência das plantas, a empresa optou por investir fora da baixada fluminense por questões de segurança dos ativos.
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