Em conversa com a pv magazine Brasil CEO do Grupo Hexing no Brasil avalia nova taxa para inversores como desafio ao mercado, mas destaca vantagem da Livoltek por fabricar equipamentos em Manaus, com alto índice de nacionalização e menor exposição às mudanças tributárias.
Inaugurado em Jaguaruana (CE), o Complexo Fotovoltaico Arapuá conta com quatro plantas.
Inaugurada pelo Projeto São José no interior do Ceará, a usina fotovoltaica de 116 painéis em Limoeiro do Norte deve gerar 10.000 kWh/mês, beneficiando 17 famílias e impulsionando a agricultura familiar. O investimento de R$ 726 mil também traz capacitação técnica, sustentabilidade e maior competitividade à produção de banana na região.
Entre os impactos apontados pelo Instituto de Defesa de Consumidores e associações, o projeto de R$ 50 bilhões em parceria com a Casa dos Ventos, avança sem estudos socioambientais adequados nem diálogo com as comunidades atingidas.
Acordo assinado na China prevê a criação de um laboratório tecnológico no SENAI Ceará que contará com sistemas completos fornecidos pela fabricante chinesa, incluindo inversores on-grid e híbridos, soluções de armazenamento e um carport com módulos solares BIPV com foco em capacitar profissionais nas novas tendências do setor fotovoltaico.
Até o o final de setembro, o Brasil acrescentou 1,718 GW de capacidade de geração solar centralizada à sua matriz elétrica, contra 4 GW em igual período de 2024.
Localizada no município de Russas, na região do Vale do Jaguaribe, em uma área de 304 hectares, a planta é capaz de gerar energia elétrica para abastecer aproximadamente 200 mil residências e é o primeiro projeto solar greenfield da chinesa CGN.
A Casa dos Ventos foi uma das empresas que obteve o parecer favorável para o acesso de 300 MW para a primeira fase do seu projeto data center, que deve receber R$ 50 bilhões.
Com o maior parque de seu portfólio, a Kroma Energia será responsável pela construção do Complexo Fotovoltaico Arapuá no Vale do Jaguaribe, com produção anual estimada de 537 GWh.
Instituições desenvolverão curso em operações portuárias com expertise em manuseio de amônia, hidrogênio e LOHC. Porto do Pecém será o ponto de partida. Datas e processos para participação ainda não foram divulgados.
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