Demanda associada aos veículos elétricos deve saltar de 627 GWh em 2025 para 7,8 TWh em 2035, com a expansão da frota e dos carregadores acima de 50 kW pressionando redes locais e exigindo revisão de projetos e tarifas. Lactec alerta para riscos de sobrecarga e defende planejamento técnico e regulação adequada.
Projeto da Polimix Energia no Rio Grande do Norte deve entrar em operação até o fim de 2026 com tecnologia bi-fila de nova geração. Cada tracker comporta 150 módulos e estruturas acima de 100 metros, com ganhos em CAPEX e OPEX e enquadramento FINAME.
Segundo a EPE, 8.947 MW de usinas solares centralizadas devem entrar em operação no Brasil nos próximos anos. Desse total, 3.341 MW já estão contratados e estão concentrados principalmente no Nordeste. No entanto, a expansão indicativa deve ocorrer em direção ao Centro-Oeste e Sudeste. Essa análise é parte de uma nota técnica sobre impactos socioambientais das fontes de geração de energia previstas no PDE 2035.
Parceria com a Jinko Solar amplia portfólio com módulos bifaciais de 630 W, 30 anos de garantia de desempenho e mais de 370 GW já entregues globalmente pelo fabricante; empresa aposta em logística nacional, financiamento e suporte comercial para fortalecer integradores.
Operação comercial do projeto da Atlas Renewable Energy com nove das 11 usinas em Arinos, em Minhas Gerais, começou em janeiro, com conexão ao SIN e previsão de mais unidades até abril, reforçando geração renovável e empregos no estado.
Em conjunto com investidores e empresas de energia que ofertam o BESS as a Service, epecista já entregou 63 MWh de capacidade de armazenamento para clientes comerciais e industriais no país. Outros 16 MWh estão em construção e 80 MWh em desenvolvimento, incluindo cogeração com energia solar. Em entrevista à pv magazine Brasil, o diretor de Novos Negócios da empresa, Ciro Fusaro, destaca o papel da pré-engenharia para garantir a solução mais adequada para cada cliente.
Obra do Conjunto Fotovoltaico Assú Sol foi concluída em dezembro de 2025, resultado de R$ 3,3 bilhões em investimentos, com entrada em operação comercial concluída 13/02. O empreendimento tem capacidade instalada de 895 MWp (753 MWac), gerando 229,6 MW médios, integralmente destinados ao mercado livre de energia.
Maior aporte já realizado pela companhia contempla modernização de instalações, geração solar e, pela primeira vez, sistemas de armazenamento em baterias (BESS). Propostas podem ser enviadas até 1º de junho.
Após vencer licitações públicas, a Matrix Energia fechará contratos de três anos com a Fiocruz — cobrindo 95% do consumo da fundação — e de cinco anos com a Prodam, atendendo 100% das unidades. Ambos os acordos preveem fornecimento de energia 100% renovável com I-RECs e gestão completa do consumo.
Em resolução publicada nesta segunda-feira (23/02) no Diário Oficial da União, o comitê executivo de gestão da Câmara de Comércio Exterior do MDIC atualizou a lista de isenções de imposto de importação incluindo o módulo fotovoltaico flexível, comumente usado em aplicações móveis.
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