Em análise na Câmara dos Deputados, projeto de Lei 5002/25 prevê instalação de sistemas de microgeração distribuída custeados pelo Estado para garantir créditos de energia no Sistema de Compensação, beneficiando famílias inscritas no CadÚnico sem gerar subsídios cruzados na tarifa elétrica.
A consultoria estima que as remessas globais em 2025 atingiram 612,39 GWh, com a demanda fora da China superando a chinesa no segundo semestre do ano.
Pesquisadores da Fraunhofer CSP na Alemanha estão desenvolvendo tecnologias de impressão e cor para tornar os painéis convencionais de silício fotovoltaico menos visíveis quando instalados em fachadas, telhados e varandas de edifícios.
A Aneel aprovou o edital do leilões voltados para térmicas e hidrelétricas, que serão realizados em março e contam com mais de 125 GW cadastrados. A portaria de diretrizes destes leilões foi publicada em outubro de 2025. Já o LRCAP para baterias, inicialmente previsto para abril, ainda não conta com a portaria de diretrizes, etapa anterior à publicação do edital. Mas já mobiliza o mercado, com mais de 20 GW de projetos em desenvolvimento.
Iniciativa busca aumentar autonomia energética e reduzir dependência de geradores a diesel; quatro protótipos serão avaliados em diferentes unidades, enquanto a Força já expande usinas solares em quartéis com economia de milhões e redução de emissões.
Fabricante chinesa aponta o backup como principal motor da demanda por baterias no país, avalia que 2026 pode marcar o início de uma adoção acelerada e aposta em sistemas híbridos e novas químicas para ampliar o acesso às soluções junto à carga.
A Rystad Energy prevê que a capacidade global de armazenamento de energia em baterias (BESS, na sigla em inglês) ultrapassará 130 GW/350 GWh em 2026, impulsionada pela China, Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Alemanha.
Em 2024, empresas europeias instalaram cerca de 20 GW de energia solar comercial e industrial (C&I), mas apenas cerca de 1 GW/2 GWh de armazenamento de baterias C&I. A diferença é impressionante. Ambas as tecnologias prometem contas de energia mais baixas, maior resiliência e descarbonização, mas as baterias ainda não alcançaram o mesmo trânsito comercial que a energia solar desfruta. Dina Darshini, do LCP Delta, pergunta porque a diferença persiste.
Análise inédita avaliou 27 mil alimentadores e cerca de 6 milhões de redes secundárias e aponta redução de perdas e adiamento de investimentos na rede
Diretor de Engenharia aponta avanço de 51% na demanda em 2025, consolidação de aplicações como peak shaving, time shift e backup, além do papel decisivo da CP 39 da Aneel para viabilizar novos modelos de negócio e destravar investimentos no setor.
Este site usa cookies para contar anonimamente o número de visitantes. Para mais informações, consulte a nossa Política de Proteção de Dados.
The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.