Mesmo com a desaceleração em grandes projetos solares, a empresa encerra o ano com 3 GW fornecidos, aposta no crescimento do BESS e prepara lançamentos de inversores híbridos e microinversores para o próximo ano.
Em 2025, pela primeira vez, as adições de geração solar no Brasil devem ser menores que no ano anterior, refletindo uma tendência global. Ao mesmo tempo, fabricantes, distribuidoras e integradores apostam no armazenamento como nova via de crescimento. Projetos exigem um novo aprendizado e um entendimento refinado da necessidade do consumidor. Apesar do arrefecimento atual, ritmo de instalações solares precisa acelerar para cumprimento de metas climáticas.
Pesquisadores que estudam painéis fotovoltaicos no deserto hiperárido do Atacama, no Chile, descobriram que a sujidade cimentada pode causar perdas anuais de energia de até 9,8%. O trabalho conjunto de campo e laboratório demonstra que a limpeza a seco deixa resíduos que aceleram a cimentação futura, tornando a limpeza úmida a estratégia mais eficaz a longo prazo, apesar dos custos mais elevados e da escassez de água.
A análise mais recente da Wood Mackenzie prevê que a incerteza do mercado na China, Europa e EUA causará dois anos consecutivos de contração no mercado global de inversores solares, projetando uma queda para 577 GWac este ano e 523 GWac em 2026.
As centrais fotovoltaicas de grande porte atenderam 15,38% da demanda nacional em novembro deste ano, chegando a suprir 17,17% da carga no dia 29/11 e a 47,6% às 11 horas do dia 27/11, segundo dados do ONS.
Com R$ 320 milhões em investimentos, plano amplia a resiliência do sistema para atender até 10 milhões de pessoas, combinando manutenção reforçada, ativos de contingência e a operação estratégica do BESS, com despachos previstos em períodos críticos como Réveillon e Carnaval.
Em uma nova atualização semanal para a pv magazine, a OPIS, uma empresa do Dow Jones, oferece um resumo sobre as principais tendências de preços na indústria fotovoltaica global.
Com investimento superior a R$ 1,1 milhão, iniciativa em parceria com o SENAI capacita moradores de regiões isoladas em energia fotovoltaica e tecnologias associadas, combinando formação técnica, inclusão produtiva e soluções off-grid com baterias de lítio.
A Organização Latino-Americana e Caribenha de Energia (OLACDE) confirma o progresso contínuo das energias renováveis, o papel estrutural do gás natural como fonte de reserva e o forte crescimento da mobilidade elétrica. Até 2050, a região precisará de investimentos de aproximadamente US$ 1,5 trilhão para alcançar uma descarbonização acelerada. As conclusões constam do recente estudo “Panorama Energético da América Latina e do Caribe 2025”.
Portfólio comercializado inclui usinas fotovoltaicas localizadas em 5 cidades nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
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