A evolução do setor elétrico brasileiro tem deslocado o foco da simples expansão da oferta de energia para a gestão eficiente do tempo em que essa energia é produzida e consumida. Após uma década marcada pela compensação volumétrica de kWh na geração distribuída, o atual estágio de maturidade do mercado impõe atenção crescente aos sinais tarifários e à dimensão temporal da eletricidade. Nesse novo contexto, a viabilidade econômica de projetos solares passa a depender menos da quantidade gerada e mais da capacidade de alinhar geração, consumo e preço.
Distribuidora capixaba aponta avanço do crédito para energia solar e afirma que soluções financeiras se tornaram decisivas para acelerar negociações, ampliar o acesso e destravar investimentos em um mercado que deve superar 32 GW de geração própria em 2026.
Vinte e seis unidades da DrogaVen serão abastecidas com créditos provenientes de usinas solares fotovoltaicas. A estimativa de economia mensal varia entre 15% e 18%, conforme o consumo de cada loja e a sazonalidade do mercado, chegando a R$ 30 mil de economia.
Empresa brasileira especializada em implantes dentários instalou sistema fotovoltaico com 2,2 mil m² de módulos solares e estima geração média anual de 440 MWh. Desde 2019, a Neodent também abastece suas operações com energia de origem renovável contratada no Mercado Livre.
A alta dos preços da prata está impulsionando os fabricantes de painéis fotovoltaicos a adotarem a metalização à base de cobre. A DK Electronic Materials tem como meta a implementação em larga escala de soluções com pasta de alto teor de cobre em 2026, enquanto o Fraunhofer ISE alerta que as compensações em termos de eficiência ainda são inaceitáveis.
Cientistas da Universidade de Sevilha desenvolveram modelos de otimização em tempo real que mostram que o armazenamento de eletricidade na Espanha pode estar se aproximando de seu limite econômico, com capacidades acumuladas acima de 32 GWh pressionando os preços para baixo e comprometendo a rentabilidade dos projetos.
Empreendimento da Casa dos Ventos é associado a complexo eólico de 360 MW e recebeu investimentos de R$ 485 milhões.
As organizações foram selecionadas por meio do edital Solar Social, umas das ações da EDP para impulsionar uma transição energética justa, incluindo as comunidades nas regiões onde a empresa atua. Com investimento de até R$ 650 mil, a companhia instalará sistemas de até 5 kW nas organizações selecionadas, que também receberão capacitação em Eficiência Energética.
Inaugurada pelo Projeto São José no interior do Ceará, a usina fotovoltaica de 116 painéis em Limoeiro do Norte deve gerar 10.000 kWh/mês, beneficiando 17 famílias e impulsionando a agricultura familiar. O investimento de R$ 726 mil também traz capacitação técnica, sustentabilidade e maior competitividade à produção de banana na região.
Iola Hughes, chefe de pesquisa da Benchmark Mineral Intelligence, relatou à ESS News que 2026 será mais um ano forte para o BESS, com previsões de adição superiores a 450 GWh e sem restrições de fornecimento de materiais à vista. Enquanto isso, o impacto inicial do aumento dos preços do lítio já é visível no nível das células, mas o efeito total ainda não se refletiu na precificação dos sistemas.
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