Levantamento da Empresa de Pesquisa Energética estima que R$ 7,6 bilhões foram destinados para pesquisa e desenvolvimento no setor energético no Brasil em 2024, a maior parte regulada pela ANP. Entre tecnologias renováveis, biocombustíveis atraíram mais da metade dos recursos (R$ 411 milhões), com um crescimento de 67% em comparação com 2023. Ainda tímidos, investimentos em armazenamento saíram de R$ 37 milhões para R$ 64 milhões.
Diante do crescimento, o Ministério de Minas e Energia planeja criar a Secretaria Nacional de Eletromobilidade. O licenciamento de VEs saltou de 1,9 mil em 2020 para mais de 215 mil em 2024.
A Red Eléctrica de España (REE) relatou que variações repentinas de tensão na rede da Espanha estão ligadas a mudanças na geração renovável, mas não há risco de apagão.
Pesquisadores na Califórnia criaram uma nova métrica de diagnóstico que pode prever se uma bateria pode alimentar com sucesso uma tarefa específica. O modelo proposto pode ser usado em veículos elétricos, sistemas aéreos não tripulados e aplicações de armazenamento em rede.
A pv magazine Brasil publica uma série de aulas para instaladores fotovoltaicos criada pela Solarize, empresa brasileira especializada em treinamento em energia solar. As 12 aulas são publicadas semanalmente e oferecem uma base para quem deseja seguir carreira profissional no setor de energias renováveis e geração distribuída.
Com investimento estimado de R$ 569 milhões, empreendimento do Novo PAC soma 117,5 MW de capacidade instalada e é composto por 36 unidades geradoras, distribuídas em quatro usinas – Dunamis I a IV.
Dados apontam que apenas 20% das produtoras possuem algum projeto de energia renovável operando. No Brasil, empresas do setor detêm 2,82 GW de capacidade renovável, apenas 1,3% do total do país. Apesar dos anúncios, a Petrobras não tem nenhuma usina renovável em operação.
Em uma nova atualização semanal para a pv magazine, a OPIS, uma empresa da Dow Jones, fornece um resumo das principais tendências de preços na indústria fotovoltaica global.
Com os preços da prata se aproximando de US $ 50 por onça, pesquisadores da Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW) e do Instituto Fraunhofer de Sistemas de Energia Solar (Fraunhofer ISE) relataram à pv magazine que os esforços para reduzir o uso de prata em células solares não comprometerão a qualidade do módulo se forem projetados adequadamente.
Executivo do Grupo Colibri destaca importância das baterias para enfrentar o curtailment, otimizar o uso da energia renovável e abrir caminho para a Geração Distribuída 3.0.
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