O Programa Mensal de Operação (PMO) indica crescimento de 1,0% na carga do SIN na semana de 3 a 9 de janeiro, redução do Custo Marginal de Operação para R$ 119,10/MWh em três subsistemas e previsão de elevação dos níveis de armazenamento até o fim do mês.
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicou, nesta terça-feira (30/12), o Planejamento do Atendimento aos Sistemas Isolados para o ciclo 2026 a 2030. Atualmente, 93% da geração para atendimento aos sistemas isolados vem de fontes fósseis, sendo 70% óleo diesel e 23,1% gás. O planejamento da EPE, no entanto, projeta um crescimento da geração solar e de armazenamento de energia em baterias para atender essas localidades.
Há dez anos, quando o Acordo de Paris colocou o mundo no caminho para limitar o aquecimento global a 1,5°C, a maioria dos especialistas em energia entendia que as energias renováveis e os sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) precisariam ser ampliados drasticamente. O que poucos previram foi o quanto isso exigiria que repensássemos completamente a própria rede elétrica, escreve Aazzum Yassir, da Pulse Clean Energy
Com redes de distribuição cada vez mais saturadas, integradores priorizam projetos grid zero para garantir viabilidade técnica e regulatória. A estratégia favorece a geração junto ao local de consumo e sinaliza uma mudança estrutural no desenho do mercado de geração distribuída no Brasil.
Ministério de Minas e Energia e a Empresa de Pesquisa Energética anunciam plano decenal que prevê cerca de R$ 120 bilhões para ampliar e modernizar o sistema de transmissão elétrico, impulsionando a capacidade de integrar renováveis e atender à crescente demanda.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que a bandeira tarifária em janeiro de 2026 será verde, eliminando cobranças adicionais nas faturas de energia dos brasileiros. A decisão reflete níveis favoráveis nos reservatórios e menor necessidade de acionamento de usinas termelétricas.
A Alemanha conectou à rede elétrica o primeiro compensador síncrono estático eletrônico do mundo baseado em supercapacitores. A Siemens Energy e a operadora do sistema de transmissão TenneT afirmam que o sistema representa um modelo para substituir geradores a combustíveis fósseis no fornecimento de energia de reserva instantânea e reativa.
Com R$ 320 milhões em investimentos, plano amplia a resiliência do sistema para atender até 10 milhões de pessoas, combinando manutenção reforçada, ativos de contingência e a operação estratégica do BESS, com despachos previstos em períodos críticos como Réveillon e Carnaval.
Já em 2026, o nível dos cortes de geração solar centralizada deve chegar a 23,5% na média anual. A maior parte dos cortes fica concentrada nos período de 09h até 16h, coincidindo com o pico de geração solar distribuída. O Operador Nacional do Sistema recomendou que a expansão da geração solar centralizada e distribuída não continue avançando em ritmo superior ao crescimento da carga diurna no SIN.
O sistema elétrico brasileiro precisará acrescentar 5.301 km de novas linhas de transmissão entre 2026 e 2030, além de 24.314 MVA de nova capacidade de transformação em subestações, prevê o Operador Nacional do Sistema. A expansão será necessária para atender o crescimento de 17% da carga previsto nesse período, com a demanda chegando 129 GW em 2030.
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