Pesquisadores no Brasil testaram módulos fotovoltaicos policristalinos de segunda vida por dois anos e descobriram que eles retiveram de 87% a 88% de sua potência original, com degradação mínima e desempenho estável. Apesar dos fortes benefícios em termos de sustentabilidade e economia circular, os incentivos econômicos permanecem limitados devido ao custo decrescente e às curtas garantias dos novos módulos fotovoltaicos de silício de última geração.
A Terabase Energy, com sede na Califórnia, está ampliando sua plataforma automatizada de construção de energia solar e expandindo seu ecossistema de software de engenharia para melhorar a execução de projetos e a modelagem de desempenho.
Pesquisas da University of New South Wales mostram que a degradação de módulos fotovoltaicos varia conforme o design e a localização dos sistemas, influenciada por UV, temperatura, umidade e condições atmosféricas. Regiões tropicais e desérticas concentram maior estresse, reforçando a necessidade de projetos adaptados ao clima.
A Longi, fabricante solar sediada na China, está migrando de um design de sistema multifornecedor para uma arquitetura unificada de energia solar mais armazenamento construída em torno de tecnologias internas.
Pesquisadores no Brasil mostram que módulos fotovoltaicos policristalinos de segunda vida mantêm 87–88% da potência original, com baixa degradação e desempenho estável. Apesar dos ganhos em sustentabilidade, a viabilidade econômica ainda é limitada pela queda nos preços dos módulos novos.
Pressão sobre custos do transporte impulsiona busca por alternativas mais estáveis, enquanto avanço da recarga, produção nacional e acesso ao FINAME fortalecem viabilidade da mobilidade elétrica. Livoltek projeta forte crescimento do mercado.
Pesquisadores da Universidade de Ulm e da Friedrich-Schiller-Universität Jena construíram um sistema molecular que captura energia solar em um copolímero redox solúvel em água, armazena-a com mais de 80% de eficiência de carga por vários dias e a libera como hidrogênio com 72% de eficiência de conversão sempre que necessário.
A proposta combina integra geração solar, armazenamento de energia e soluções arquitetônicas inteligentes em um mesmo edifício público e prevê substituição de equipamentos e modernização estrutural para ampliar a eficiência energética do complexo.
Estudo realizado por pesquisadores brasileiros e dinamarqueses revela que a geração fotovoltaica evita 282 t de CO₂/ano, alcança autossuficiência elétrica e payback de aproximadamente 7 meses, com potencial de replicação em agroindústrias de alimentos, grãos e bebidas.
Pesquisadores do instituto alemão identificaram que agentes de limpeza de módulos fotovoltaicos amplamente usados podem danificar revestimentos antirreflexo do vidro e reduzir a eficiência dos equipamentos; testes indicam que alguns produtos causam degradação permanente, reforçando a necessidade de seleção criteriosa para evitar perdas de desempenho no longo prazo.
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