Fabricante chinesa aponta o backup como principal motor da demanda por baterias no país, avalia que 2026 pode marcar o início de uma adoção acelerada e aposta em sistemas híbridos e novas químicas para ampliar o acesso às soluções junto à carga.
Em 2024, empresas europeias instalaram cerca de 20 GW de energia solar comercial e industrial (C&I), mas apenas cerca de 1 GW/2 GWh de armazenamento de baterias C&I. A diferença é impressionante. Ambas as tecnologias prometem contas de energia mais baixas, maior resiliência e descarbonização, mas as baterias ainda não alcançaram o mesmo trânsito comercial que a energia solar desfruta. Dina Darshini, do LCP Delta, pergunta porque a diferença persiste.
O diretor comercial da fabricante chinesa, Mateus Gomes, destaca à pv magazine Brasil que resiliência, peak shaving e arbitragem ponta–fora ponta já sustentam projetos economicamente viáveis, enquanto a CP 39 da Aneel pode reduzir incertezas e acelerar investimentos.
Segundo o relatório da IEA, a demanda por eletricidade é impulsionada pelo aumento do uso industrial de eletricidade, pela crescente adoção de veículos elétricos, pelo maior uso de ar-condicionado e pela expansão de data centers e inteligência artificial. O impulso em torno das fontes de geração de baixa emissão continua até 2030, quando as energias renováveis e a energia nuclear deverão, juntas, gerar 50% da eletricidade global, contra 42% atualmente.
Os ministérios de Minas e Energia (MME), Fazenda (MF), Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e a Casa Civil da Presidência da República prepararam uma resolução que será submetida ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) com proposta de redução gradativa da dependência de combustíveis fósseis e propostas de mecanismos de financiamento para a transição energética.
As três principais classificações para importação de baterias no Brasil pagavam alíquotas de II de 16% a 18%.
Após um 2025 marcado por desaceleração e maior seletividade dos investimentos, fabricante espanhola aposta em confiabilidade operacional e avalia retrofit de trackers como alternativa para aumentar a geração e destravar valor em ativos existentes, enquanto a retomada do mercado de grande porte é esperada a partir de 2027.
Fabricante aponta crescimento impulsionado por apagões, maior maturidade do consumidor, novos modelos de negócio e avanço da regulação para integrar o armazenamento à gestão energética.
Pedido de medida cautelar foi negado pela Aneel e encaminhado ao Ministério de Minas e Energia. A prorrogação da concessão da Energisa Mato Grosso foi aprovada pela agência em dezembro. A assembleia legislativa do estado indicou a necessidade de adequações na prestação de serviços da empresa após a realização de uma CPI.
De acordo com a fabricante chinesa, o país deve adicionar 650 MWh em baterias este ano com avanço dos inversores híbridos, uso das baterias para backup, peak shaving e qualidade de energia, além da expectativa de que a regulação destrave novos modelos de negócio no país.
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