Sistema com 1.936 módulos fotovoltaicos abastece 21 unidades públicas por meio de compensação de créditos energéticos; investimento total no projeto foi de cerca de R$ 3 milhões.
A rede Women in Solar+ Europe (WiSEu Network) analisa como a segurança psicológica, a liderança inclusiva e a conscientização sobre vieses influenciam a tomada de decisões, a inovação e a segurança energética após a realização de um workshop durante a SolarPower Summit desta semana. Por meio de discussões interativas e cenários da vida real, as participantes refletiram sobre a crescente importância do julgamento humano, da confiança e da colaboração em um setor impulsionado pela inteligência artificial, destacando que sistemas energéticos resilientes são construídos, em última análise, não apenas por meio da tecnologia, mas também por meio das pessoas e da liderança.
A China criticou veementemente a proibição da UE ao uso de inversores chineses em projetos de energia solar financiados pelo bloco, alertando que isso poderia prejudicar as relações comerciais, as cadeias de suprimentos e a transição energética da Europa.
Operador do sistema colocou em discussão o edital de um mecanismo competitivo a ser realizado em 15 de julho, para contratar um produto com vigência de 1º de setembro a 31 de dezembro de 2026, aplicável aos dias úteis, excluídos os feriados nacionais, por 4 horas. Entre soluções de resposta da demanda estão redução de carga, deslocamento de demanda, atendimento com banco de baterias, geração própria com combustível fóssil e geração própria com fonte renovável.
Somados aos contratos renovados no primeiro trimestre, são 16 concessões de distribuição de energia renovadas, sob novas regras com exigências de expansão e digitalização da rede, além de inclusão da satisfação do consumidor como indicador de desempenho.
O Brasil foi o país que mais recebeu investimentos chineses no mundo em 2025, com aportes que chegaram a US$ 6,1 bilhões, dos quais 29% foram destinados ao setor de eletricidade. No segmento automotivo, a BYD e a GWM iniciaram a operação de suas fábricas de veículos elétricos no Brasil, enquanto a Geely anunciou uma nova parceria com a Renault em eletromobilidade.
Concorrência ainda não tem portaria de diretrizes e deve ocorrer entre cinco ou seis meses após a publicação. Absae alerta que há necessidade para potência adicional a partir de 2028, com risco crescente de déficit. LRCAP de baterias é aguardado desde 2024.
Linha PECRON chega ao Brasil com recarga via energia solar, função nobreak automática, monitoramento remoto por aplicativo e aplicações voltadas a backup emergencial, trabalho remoto, motorhomes, campings, obras e operações off-grid.
O equipamento, que hoje custa entre R$ 400 e R$ 500, é essencial para medir consumo, injeção de energia e viabilizar o mercado livre no Brasil. Para atender à demanda por medidores inteligentes, o investimento necessário pode chegar a cerca de R$ 25 a R$ 35 bilhões, considerando apenas o custo dos equipamentos.
Consulta pública ocorre em meio à expansão da fabricação solar no Brasil, com fabricantes ampliando investimentos locais e setor acompanhando possíveis impactos sobre competitividade, importações e preços dos equipamentos.
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