O objetivo é reduzir o gasto com energia, aumentar a qualidade de vida e os lucros com a produção.
Mais de 1,2 GWh de nova capacidade de armazenamento de energia atrás do medidor foi instalada em toda a Austrália em dezembro de 2025, enquanto famílias e empresas buscavam aproveitar o programa revisado do governo federal para Baterias Domésticas Mais Baratas, no valor de US$ 7,2 bilhões.
Espera-se que o projeto de armazenamento de energia de longa duração em escala de GWh reduza o curtailment em Xinjiang, uma região da China com alta geração solar e eólica, além de gargalos na transmissão. A instalação da bateria de fluxo é colocalizada com uma usina fotovoltaica.
Do total de sistemas instalados, a classe residencial lidera com mais de 3 milhões de conexões, seguida pelos segmentos comercial e rural. A ABGD projeta crescimento de 15% em 2026, com avanço tecnológico e maior integração de sistemas de armazenamento junto à carga.
O edital da Emater-MG prevê a instalação de micro usinas fotovoltaicas em áreas rurais afetadas pelo rompimento da Barragem do Fundão, podendo beneficiar cerca de 1.500 propriedades em 36 municípios e apoiar a retomada produtiva prevista no Novo Acordo de Reparação.
Empresa de engenharia e construção de usinas fotovoltaicos e ativos de energia renovável fecha 2025 com cerca de 370 MW de projetos comercializados no Brasil. No portfólio estão projetos de médio e grande porte de geração própria solar, desenvolvidos para clientes industriais, comerciais e investidores na área, incluindo soluções de geração distribuída, zero-grid e sistemas de armazenamento por baterias (BESS).
Outorgas foram revogadas pela Aneel a pedido dos empreendedores, porque os projetos foram considerados inviáveis. A oferta de projetos solares centralizados vem caindo, assim como a nova capacidade adicionada em 2025. A Aneel projeta uma recuperação em 2026, com 4,566 GW a serem adicionados.
Com o avanço do cronograma do Marco Legal da GD, a cobrança pelo uso da rede reduz créditos da energia solar, enquanto baterias mais baratas, soluções híbridas e novas regras de compensação ganham protagonismo no debate regulatório que se intensifica até 2029.
Empreendimento da construtora J.A. Russi conta com 1.338 painéis fotovoltaicos instalados em área de 9,2 mil m² e já atende unidades comerciais em Itapema. Energia gerada será destinada integralmente ao Garden Open Mall, shopping com operação 100% solar previsto para 2026.
A associação projeta que a micro e minigeração distribuídas chegarão a 50 GW até o final do ano, o que representaria um crescimento de 15% em relação ao acumulado até o final de 2025. Em entrevista à pv magazine Brasil o presidente da ABGD, Carlos Evangelista falou sobre a agenda da associação para esse ano, incluindo incentivos para consumidores residenciais, com ou sem GD, instalarem baterias para fazer o time shift e consequentemente atenuar a “curva do pato” característica da geração solar.
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