Estudo da Greener aponta que as empresas participantes comercializaram 2,45 GWp, com maior representatividade de kits residenciais e comerciais de pequeno porte (até 10 kW). Apenas 6% das distribuidoras participantes venderam mais de 401 MW e foram responsáveis por 24% do total vendido. Segmento está otimistas para 2024 e aposta em inovação e novos produtos como prioridade nos investimentos.
Empreendimento na cidade de Castilho, no interior paulista, conta com quase meio milhão de módulos fotovoltaicos, com capacidade instalada total de 270 MWp.
Pesquisadores holandeses criaram uma nova abordagem para simular o desempenho de fazendas fotovoltaicas bifaciais verticais. A nova metodologia considera parâmetros de projeto e condições de mercado de energia.
O custo por quilo pode chegar a US$ 1,45 no período, sendo um dos mais baratos do mundo. O estudo da empresa de inteligência aponta ainda o potencial do país na produção de aço, fertilizantes e combustíveis verdes.
O grupo, que atua no mercado livre de energia, conta com mais de três mil clientes na comercialização e 3 GW médios sob sua gestão. Já construiu usinas fotovoltaicas na região norte de Minas Gerais totalizando 5,75 MW.
Um grupo espanhol de pesquisadores investigou quanta produção agrícola pode ser adicionada em centrais fotovoltaicas existentes montadas no solo utilizando rastreadores de eixo duplo. Eles delinearam uma nova metodologia que supostamente permite quantificar quanto espaço ao redor e abaixo dos painéis pode ser usado para fins agrícolas.
Pesquisadores australianos projetaram um novo catalisador que tem o potencial de fornecer uma nova geração de baterias de lítio-enxofre que podem ser carregadas em menos de cinco minutos, em vez de várias horas.
Diversos fabricantes já atualizaram suas linhas de inversores e apontam lançamentos já com a proteção contra interrupção de arco elétrico, uma das principais causas de incêndios nos sistemas fotovoltaicos.
A usina foi instalada sobre o telhado da fábrica, em uma área de 2 mil metros quadrados. A empresa também investiu em painéis solares orgânicos em 360 caminhões para recarga das baterias de acessórios dos veículos.
Um consórcio europeu de 11 organizações comerciais e sem fins lucrativos está desenvolvendo diversas tecnologias para utilizar painéis fotovoltaicos em fim de vida, através da reutilização ou da recuperação e reprocessamento do silício. O coordenador do projeto é a Sipow, uma startup norueguesa que visa produzir silício puro monocristalino com resíduos dos painéis.
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