Projetadas e construídas pela Solarcred no modelo de geração compartilhada, as 48 usinas contam com capacidade de geração de 2.540 MWh por mês, com um custo de instalação total previsto de R$ 70,8 milhões. Os sistemas têm um impacto direto na vida de mais de 5 mil cooperados, que passaram a ter suas contas de energia reduzidas, economizando juntos mais de R$ 1,2 milhões por mês.
Pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências, da Universidade de Tsinghua, da Academia Chinesa de Geociências e da Universidade de Columbia concluíram que as rodovias cobertas de energia solar podem atender a mais de 60% das necessidades anuais de energia do mundo.
Necessidades de capacidade e flexibilidade crescem nos sistemas elétricos com maior participação de fontes renováveis variáveis, como solar e eólica. Diversos países têm promovido leilões de capacidade para garantir equilíbrio dos sistemas, com contratação de armazenamento em baterias. O Brasil realizou em 2021 um leilão de reserva de capacidade, com participação exclusiva de termelétricas, que contratou 5,1 GW. Um segundo leilão está previsto para 2024, mas ainda sem definições sobre as regras de participação.
Um grupo de cientistas liderado pelo Centro Comum de Pesquisa (JRC) da Comissão Europeia analisou o impacto da implantação de sistemas fotovoltaicos mais verticais nos mercados europeus de energia e identificou as vantagens potenciais que podem ser oferecidas por esse cenário. Isso inclui preços mais baixos de eletricidade, custos de sistema mais baixos e uma crescente troca de energia entre os países vizinhos.
Aliança firmada pela assinatura de um MOU proporcionará maior capilaridade e abrangência nacional do portfólio da gigante chinesa e permitirá a oferta de soluções ainda mais robustas e competitivas aos integradores.
Uso de dados dispara com novas tecnologias e Brasil se posiciona como destino atrativo para novos data centers, com disponibilidade de água e de energia renovável para atrair a crescente infraestrutura global de processamento de dados.
O projeto de lei 1250/24 destinaria parte dos recursos definidos como contrapartida pela privatização da Eletrobras para a instalação de usinas solares desenvolvidas por comunidades de regiões do Semiárido.
De acordo com dados do Operador Nacional do Sistema, até 2028 a maior parte da capacidade remanescente de escoamento do sistema de transmissão para novos projetos sem restrições de conexão está localizada no Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Estados mais estratégicos para a fonte solar centralizada, como Bahia, Ceará, Maranhão e Piauí, só teriam disponibilidade adicional de margem em 2029.
Os projetos de baterias continuam dominando a construção de energia limpa em larga escala da Austrália, com 6 GW de nova capacidade adicionada ao pipeline de projetos de energias renováveis do país em julho.
Empresas também iniciaram a operação de uma usina solar de 1 MW em São Paulo. Ao todo, incluindo ainda projetos no Ceará, a parceria entre a BRS e o Grupo 4M chega a 16 MW de potência, com investimentos de mais de R$ 96 milhões e foco no modelo de geração distribuída compartilhada.
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