A geração fotovoltaica instantânea chegou a 9.760 MW médios às 12h13. A fonte corresponde a 73,5% da potência acrescentada à matriz elétrica brasileira, incluindo a expansão na geração distribuída.
A fotovoltaica será a principal fonte de nova capacidade adicionada ao Sistema Interligado Nacional em 2024, superando a eólica pela primeira vez. Essa liderança é mantida na oferta de novos projetos, mas a capacidade de transmissão e o crescimento da demanda são desafios importantes.
Com investimento de R$ 15 milhões da CTG Brasil, o sistema solar terá de 500 kWp de potência e capacidade de armazenamento de 100 kWh. O projeto visa avaliar como as baterias podem contribuir com fontes não despacháveis e oferecer aumento da flexibilidade da geração, entre outros benefícios.
Segmento já atraiu mais de R$ 146,4 bilhões em investimentos no Brasil, segundo a Absolar. A associação estima que, desde 2012, a modalidade gerou mais de 902 mil empregos verdes, com cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras atendidas no país.
Em seis anos de operação, a empresa conta com mais de 20 mil integradores parceiros conectados à sua plataforma, presentes em todos os estados do Brasil. Na maior captação de CRI já registrada no segmento de GD, sua operação captou R$ 600 milhões para financiar projetos fotovoltaicos.
A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados marcou para a quinta-feira (03/07) uma audiência pública para discutir a estrutura do leilão de reserva de capacidade na modalidade potência. Estão convidados representantes de associações do setor de geração térmica assim como da indústria de baterias. A indefinição sobre inclusão de soluções de armazenamento associadas a fontes renováveis traz apreensão ao setor elétrico.
Taxação de energia eólica e solar vai reduzir investimentos e aumentar tarifa, avaliam associações que participaram de debate na Comissão de Minas e Energia, a primeira a analisar o PL 3864/23. O texto prevê que a compensação financeira a ser paga pelo uso dos recursos solar e eólico, a exemplo do que acontece com as hidrelétricas, será equivalente a 7% do valor da energia produzida, o que poderia chegar a R$ 870 milhões
Um relatório da Deloitte mostrou como os recursos energéticos distribuídos (DER) podem ajudar os EUA a cumprir os seus objetivos climáticos, ao mesmo tempo que melhoram a funcionalidade da rede, por um custo competitivo.
A nova unidade Gradiente Solar conta com a força de uma marca admirada pelos brasileiros e oferece o modelo one-stop-shop, do projeto ao O&M, para residências e pequenos e médios negócios com sistemas de até 75 kWp. Com investimento de R$ 50 milhões e o estado de São Paulo como ponto de partida, a expectativa é expandir a operação para todo o país, conta à pv magazine o CEO da nova empresa do grupo, Marcelo Ribeiro.
Pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul publicaram um artigo revisando as experiências internacionais e o cenário para reciclagem de módulos fotovoltaicos no país. Eles concluíram que a Política Nacional de Resíduos Sólidos é ineficiente para mobilizar as partes envolvidas. Estima-se que o Brasil deverá gerar entre 2,5 mil e 8,5 mil toneladas de resíduos fotovoltaicos até 2030.
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