A companhia realiza serviços de operação e manutenção para 500 MWp de usinas próprias e de terceiros. A empresa chega a 125 usinas próprias em nove estados com investimentos na ordem de R$ 2 bilhões realizados pelo Grupo Energisa desde 2019. Só para este ano, estão previstos investimentos de R$ 315 milhões em ativos de GD.
Eventos climáticos extremos reacendem o debate sobre o atual modelo de atuação das distribuidoras de energia elétrica e a forma de renovação das concessões deste serviço. Neste artigo para a pv magazine, Christian Cecchini e Marina de Santana Souza, da Absolar, defendem que os serviços de rede para o usuário final e o desenvolvimento das chamadas redes inteligentes, estáveis e multidirecionais, devem ser as bases para guiar a renovação.
A Administração Nacional de Energia da China (NEA) divulgou um novo projeto de regras para remodelar o mercado de energia solar de geração distribuída.
Com 3 GW de potência instalada no país, a fabricante chinesa afirma ter crescido 780% nos últimos cinco anos no Brasil e prevê fornecer 1,46 milhão de módulos solares ainda este ano.
A função de autolimpeza dos dutos de ar do equipamento diminui o tempo de manutenção e aumenta a disponibilidade e produtividade nas operações. A empresa também registrou crescimento de 32% no volume de vendas em relação ao 1º semestre do ano passado.
Com contrato válido até 2026, o grupo varejista dono da marca, o GPA, deve evitar a emissão de 648,5 toneladas de dióxido de carbono (CO2). A EDP prevê ampliar sua capacidade instalada de geração solar distribuída de 258 MWp para 500 MWp até 2026, com investimentos anuais de aproximadamente R$ 600 milhões.
Estudo avalia que o anúncio da bandeira vermelha 2 na conta de luz, acelera o retorno do investimento em até 9%, o equivalente a três meses de economia extra. Os estados de Roraima, Paraíba e Acre lideram o ranking com as maiores reduções.
A Evert, com sede na Noruega, disse que sua nova solução pode simplificar a instalação de energia solar fotovoltaica, gerenciamento de energia e carregamento de veículos elétricos, combinando vários dispositivos em uma unidade empacotada com software. É feita para os mercados residenciais e comerciais europeus e deve estar disponível em meados de 2025.
Documento destaca inovações tecnológicas e soluções sustentáveis que moldarão o futuro da energia e promoverão uma transição mais rápida, sustentável e inclusiva como captura de carbono, energia solar distribuída, armazenamento de energia e hidrogênio verde, entre outras.
Com novas exigências do Inmetro e do Corpo de Bombeiros contra curtos e incêndios, que passam a ser obrigatórias a partir de dezembro, empresa vê aumento na demanda dos inversores on-grid com AFCI no território brasileiro.
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