Novo especial da pv magazine Brasil analisa como, após anos de forte expansão da geração distribuída, distribuidoras de equipamentos solares enfrentam um cenário de ajustes marcado por volatilidade de preços, mudanças regulatórias e margens mais pressionadas, ao mesmo tempo em que ampliam seus portfólios com baterias, sistemas híbridos e novas soluções energéticas.
Relatório “Electricity 2026”, da Agência Internacional de Energia (IEA), projeta que a energia solar fotovoltaica acrescentará mais de 600 TWh por ano até o fim da década para atender a demanda das economias mais eletrificadas. Em volume de geração, a solar deve ultrapassar a energia eólica e nuclear já em 2026 e superar a hidrelétrica até 2029. As fontes renováveis e nuclear serão responsáveis por 50% da geração global de eletricidade até 2030, de 42% em 2025.
Projeto prevê a instalação de sistemas fotovoltaicos em escolas localizadas em algumas das mais de 40 ilhas de Belém, como Cotijuba, Jutuba, Paquetá, Outeiro e Mosqueiro. A iniciativa busca substituir geradores a diesel, reduzir custos operacionais e ampliar o uso de energia renovável em comunidades ribeirinhas da capital paraense.
Empresa afirma ter média de 1.800 projetos homologados por mês e aposta em crédito próprio e soluções integradas para sustentar crescimento no mercado solar.
Sistema instalado em fazenda em São Desidério (BA) integra geração fotovoltaica e armazenamento para operar três pivôs de irrigação e quatro sistemas de bombeamento por mais de 10 horas diárias ao longo de dez meses por ano. Solução elimina o uso de geradores a diesel e garante fornecimento contínuo de energia em área remota sem acesso à rede elétrica.
Análise avaliou cerca de 27 mil alimentadores de média tensão e aproximadamente 6 milhões de redes secundárias em todo o país e indica redução de perdas técnicas, melhora de indicadores elétricos e queda de até 57% na energia não suprida quando combinada com armazenamento.
Pesquisadores da Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW) e a instaladora Aussie Solar Batteries desenvolverão e testarão plataformas de gerenciamento de energia baseadas em inteligência artificial para otimizar sistemas solares e de baterias e apoiar a implantação das chamadas virtual power plants (VPP).
O setor solar entra em uma fase de maior exposição tributária e menor previsibilidade regulatória, consolidando sua transição para uma etapa de maturidade competitiva. Nesse contexto, o integrador solar em 2026 precisa ser um híbrido de engenheiro e consultor financeiro.
Com investimento estimado em R$ 16 milhões, concessionária conclui segunda fase de usina fotovoltaica no Pátio de Manutenção São Gabriel, que já gera cerca de 900 kW mensais e pode tornar o sistema metroviário um dos maiores produtores de energia solar da capital mineira.
Distribuidora brasileira passa a submeter os equipamentos a testes elétricos e de conformidade conduzidos pela V-Trust Inspection Service, ampliando rastreabilidade, mitigação de riscos e controle de qualidade em um mercado pressionado por preços e concorrência.
Este site usa cookies para contar anonimamente o número de visitantes. Para mais informações, consulte a nossa Política de Proteção de Dados.
The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.