Companhia conduz agora engenharia, regularização fundiária e aquisição de equipamentos para hibridizar 24 localidades nos sistemas isolados com109 MWp de solar e 119 MWh de baterias. A experiência adquirida é vista como preparação para o leilão de reserva de capacidade de armazenamento previsto para abril. Em entrevista à pv magazine Brasil, o executivo da companhia, Cristiano Saito, detalha o desenvolvimento dos projetos e comenta as regras sinalizadas para o leilão.
Os módulos utilizam a tecnologia TOPCon N-Type, vidro duplo para maior durabilidade e duas potências disponíveis (570 W e 555 W), nas quatro opções de cores e integram energia e estética em um mesmo produto para aplicações em fachadas e estruturas urbanas.
Para Jonas Becker, diretor da ONE (Grupo Colibri Capital) e coordenador da Absolar no Ceará, nova lei reforça a segurança jurídica para expansão de investimentos, geração de empregos e aumento da competitividade energética nacional.
A empresa estuda ampliar seus Centros de Distribuição no país e se diz otimista em relação ao mercado solar para 2026, com a baterias se tornando uma realidade crescente para o segmento residencial, além da expansão de dispositivos para a gestão inteligente do consumo de energia, entre outros nichos.
A empresa já vinha atuando no mercado de seguidores solares com média de potência dos sistemas de 3 MW para usinas de pequeno e médio porte. Para 2026, o foco é a otimização de custos e eficiência dos produtos, além de sistemas com IA voltados ao desenvolvimento das estruturas e desempenho operacional das usinas.
De acordo com levantamento, entre janeiro e outubro deste ano, foram adicionados 2 GW de tecnologia fotovoltaica para atender companhias de comércio, serviços e indústrias. Os investimentos corporativos em pequenas usinas solares representam mais de R$ 9 bilhões, num total de 56 mil novas instalações em telhados, coberturas e em solo, espalhadas por mais de 4,3 mil municípios brasileiros.
O Centro de Inovação em Novas Energias trabalha no apoio de startups que desenvolvem tecnologias prontas para ganhar escala e atender à crescente demanda por soluções sustentáveis em projetos como sensores portáteis para biogás e redes inteligentes de recarga para veículos elétricos.
Foi publicada nesta terça-feira (25/11) a Lei 15.269, criada a partir da MP 1.304, que estabelece uma série de mudanças em leis do setor elétrico, além de medidas para incentivar a comercialização do gás natural da União. A lei ainda cria diretrizes para a regulamentação e incentivo para sistemas de armazenamento em baterias.
Estudo contratado pela ABGD para apoiar o cálculo de custos e benefícios da energia elétrica injetada na rede por sistemas de geração distribuída. O documento destaca redução de perdas nas redes, diminuição de emissões de CO₂, postergação de investimentos em infraestrutura e aumento da resiliência elétrica, mesmo em cenários com até 70% de penetração da GD. Além disso, estima que cada R$ 1,00 investido em MMGD adiciona R$ 1,60 ao PIB brasileiro.
Para 2026, a distribuidora capixaba aposta em tecnologias híbridas, mobilidade elétrica e serviços integrados, além de reforçar portfólio de soluções financeiras, enfrentando desafios regulatórios e econômicos.
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