Iola Hughes, chefe de pesquisa da Benchmark Mineral Intelligence, relatou à ESS News que 2026 será mais um ano forte para o BESS, com previsões de adição superiores a 450 GWh e sem restrições de fornecimento de materiais à vista. Enquanto isso, o impacto inicial do aumento dos preços do lítio já é visível no nível das células, mas o efeito total ainda não se refletiu na precificação dos sistemas.
O WFES 2025 em Abu Dhabi destacou o crescente impulso para energia solar, armazenamento e renováveis para C&I em toda a região MENA, com as baterias emergindo como um dos principais facilitadores para a estabilidade da rede, agricultura e data centers. Líderes do setor apontaram Iraque, Líbia, Iêmen e Arábia Saudita como mercados-chave em crescimento, destacando o interesse crescente em data centers impulsionados por IA, soluções solares e armazenamento e uma cadeia regional de suprimentos em expansão.
Decisão é resposta à um pedido do Ministério de Minas e Energia e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, com a justificativa de aguardar a regulação das regras de ressarcimento estabelecidas na Lei 15.269, com consulta pública sobre o tema em aberto.
Para a empresa, a reintrodução do imposto de importação de 12,6% sobre inversores e o fim dos descontos de IVA nas exportações da China devem elevar preços e tornar decisões de compra mais cautelosas, mas a inovação seguirá garantindo competitividade dos equipamentos importados no mercado brasileiro.
A Absolar estima adição de 10,6 GW da fonte solar neste ano, com desaceleração na geração distribuída e crescimento na geração centralizada, totalizando 75,9 GW ao fim de 2026. A associação concentra atuação em temas como conexão à rede, cortes de geração e armazenamento. Também prepara propostas para candidatos às eleições estaduais e federal.
Fonte fotovoltaica adicionou 10,6 GW em 2025, contra os 15 GW registrados em 2024, segundo levantamento da Absolar. Investimento de R$ 32,9 bilhões nos últimos 12 meses também foi menor em comparação ao ano anterior, quando foram alocados cerca de R$ 54,9 bilhões, representando queda de 40% entre os períodos.
Um grupo internacional de pesquisa realizou uma revisão bibliográfica sobre estratégias de otimização nivelada do custo de eletricidade para sistemas fotovoltaicos em escala de utilidade pública. Otimização do acompanhamento, escalonamento de tensão do sistema e projeto avançado de sistemas são identificados como as áreas mais promissoras de redução de custos.
Os dois empreendimentos contam com um parque eólico e um parque solar, atualmente em construção, com capacidade combinada superior a 1,5 GW, têm previsão de começar a operar em 2027 e devem garantir à Ascenty cerca de 110 MWm de energia limpa.
A previsão da Aneel indica forte avanço de fontes renováveis, com destaque para a solar. A agência projeta uma expansão total de 9,14 GW de usinas centralizadas, sendo 4,56 GW da fonte fotovoltaica.
Segundo a Absolar, empreendimentos fotovoltaicos geraram mais de 601 mil empregos verdes, mas enfrentam desafios que prejudicam a aceleração da transição energética sustentável no país, sobretudo com as restrições de geração sem o devido ressarcimento aos empreendedores prejudicados.
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