A fabricante chinesa Huasun afirma que a exoneração pelo regime do ex-tarifário aumenta a competitividade da tecnologia de módulos no país. Para a empresa, o desafio é demonstrar que a maior vida útil e o retorno do investimento a longo prazo do módulo HJT valem a pena em um mercado com foco em preços. A companhia reforçou suas operações comerciais no final de 2024 e tem a meta de fornecer mais de 1 GW em módulos até o fim de 2025.
Apenas 34% dos módulos testados em 2024 apresentaram desempenho igual ou superior ao informado pelos fabricantes, ao contrário dos testes realizados nos anos em 2015 e 2016, nos quais 71,7% dos painéis fotovoltaicos testados apresentaram desempenho superior ao declarado pelo fabricante e apenas 28,3% não atingiu a potência nominal.
A Enertis Applus+ realizou testes in loco em módulos fotovoltaicos em quatro usinas solares, totalizando 113 MW de capacidade, localizadas na região Nordeste do Brasil. O Laboratório Móvel Fotovoltaico foi implantado no local, reduzindo o tempo e os riscos associados ao transporte e à indisponibilidade dos módulos.
O Ministério de Minas e Energia da Colômbia apresentou um pacote de ações interinstitucionais para agilizar o licenciamento ambiental, a consulta prévia e a conexão de projetos de energia renovável para incorporar mais capacidade ao sistema elétrico nacional.
O órgão executivo da União Europeia revelou o plano ao publicar um relatório sobre o progresso dos estados-membros no aumento da energia limpa até 2030.
O mercado livre cresceu 10,7% em relação ao ano anterior, com o Saneamento puxando a maior demanda por energia elétrica. Enquanto a geração hidrelétrica recuou de 1,8%, os parques eólicos e solares geraram 25,7% e 31,9% mais energia, respectivamente.
Com investimento inicial zero, as empresas americanas podem otimizar os custos de energia, melhorar o tempo de atividade e acessar novos fluxos de receita sob o modelo de sistema como serviço de armazenamento de energia de bateria (BESSaaS).
A Casa dos Ventos foi uma das empresas que obteve o parecer favorável para o acesso de 300 MW para a primeira fase do seu projeto data center, que deve receber R$ 50 bilhões.
Pelo acordo, a Sendas Distribuidora, dona da marca de supermercados, se tornaria autoprodutora de energia através de participações em três sociedades de propósito específico, controladas pela Auren, donas de usinas fotovoltaicas em Jaíba, Minas Gerais.
A licitação argentina da AlmaGBA para a área metropolitana de Buenos Aires pagará US$ 10/MW fixos de eletricidade fornecida, com lances de capacidade de armazenamento limitados a US$ 15.000/MW por mês.
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