Uma equipe europeia está desenvolvendo tecnologias e processos para mostrar como os painéis fotovoltaicos em fim de vida e as baterias de veículos elétricos (VEs) podem ser usados em três segmentos de mercado de energia distribuída: agrovoltaico, fotovoltaico plug-in para residências e soluções de baixo orçamento. Também demonstrará processos de reciclagem eficientes para matérias-primas críticas recuperadas de painéis e baterias que não podem ser reutilizadas.
A Waaree Solar Americas iniciou a produção comercial em sua fábrica de módulos solares de 1,6 GW em Brookshire, Texas. Ela planeja expandir a capacidade da instalação para 3 GW até o ano fiscal de 2026 e 5 GW até o ano fiscal de 2027.
Em uma nova atualização semanal para a pv magazine, a OPIS, uma empresa da Dow Jones, fornece um resumo das principais tendências de preços na indústria fotovoltaica global.
O último relatório da Wood Mackenzie prevê que 493 GW (DC) de energia solar serão adicionados em todo o mundo este ano, em comparação com 495 GW em 2024. Espera-se que os preços dos módulos solares subam este ano, já que os fabricantes pretendem recuperar as perdas de lucro dos últimos dois anos.
Martin Schachinger, fundador da pvXchange.com, afirmou que os preços dos módulos fotovoltaicos dependerão das tendências de demanda nacional e internacional nos próximos meses, com resultados que variam de aumentos à estagnação ou novos quedas. Quase tudo é possível, mas nada é certo.
A empresa avalia que a inversão de fluxo de potência exigiu mais atenção e aumentou o tempo de fechamento de vendas. Para contornar os desafios de 2025, a energythec busca ampliar seu portfólio com energia solar por assinatura, soluções de armazenamento, energia e carregamento veicular, entre outros.
Consultoria projeta concentração de ocorrências de cortes de geração no segundo semestre do ano. Ao mesmo tempo, a demanda deve crescer 4% no ano, com o mercado livre correspondendo a 41% do consumo elétrico no país.
A Longi emitiu um alerta de lucro para 2024, prevendo um prejuízo líquido de até US$ 1,11 bilhão – um declínio acentuado em relação ao lucro do ano passado de US$ 1,42 bilhão.
A empresa foi uma das primeiras do setor de geração distribuída a realizar este tipo de transação, após a liberação por meio da Lei 14.801 publicada em março de 2024. A emissão foi realizada por uma holding que abriga cinco usinas, localizadas nas cidades de Milagres (BA), Birigui (SP), Bilac (SP), Novo Ubiratã (MT) e Cajuru (SP), com o objetivo de reembolsar parte do que já foi investido nesses locais.
A indústria solar tem se arrastado na questão da dependência de prata para metalização de células, mas a Jiangsu Xianghuan Technology (JXTC) da China está entrando na produção comercial com um processo de revestimento de cobre que supera muitos dos desafios que limitaram o interesse dos fabricantes de células.
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