O ranking Terawatt PV 100 classifica as 100 maiores empresas de fabricação de energia solar usando uma nova metodologia baseada em escala de produção, solidez financeira e transparência corporativa. A Tongwei lidera a lista do primeiro trimestre de 2026. A maioria das principais empresas tem sede na China. A análise destaca o crescente escrutínio da cadeia de suprimentos global, impulsionado por tarifas e exigências ESG, ao mesmo tempo que mostra a crescente influência de empresas indianas e a forte posição de fornecedores de materiais e equipamentos.
Com ao menos 852 MWh em armazenamento — sendo 64% fora da rede — sistemas isolados e híbridos avançam no país, ainda como nicho, mas ganhando tração diante de limitações de conexão e busca por confiabilidade energética.
A Administração Nacional de Energia da China (NEA) afirma que a capacidade solar recém-instalada atingiu 32,48 GW nos dois primeiros meses de 2026, enquanto a Associação Chinesa da Indústria de Metais Não Ferrosos (CNMIA) diz que os preços do polissilício caíram até 7,95% na última semana.
Em uma nova atualização semanal para a pv magazine, a OPIS, uma empresa Dow Jones, oferece um resumo das principais tendências de preços na indústria fotovoltaica global.
Anúncios de emprego no site da Tesla detalham a ambição de atingir 100 GW e seguem relatos de que a empresa está em negociações com empresas chinesas para a compra de equipamentos no valor de US$ 2,9 bilhões para a fabricação de energia solar.
Volume representa uma queda de 24% em comparação com o recorde de 22 GWp registrados em 2024. Apesar disso, o último trimestre aponta para uma recuperação nas importações após queda acentuada no terceiro. JA Solar, Longi, Atronergy e Risen lideraram o mercado brasileiro de módulos em 2025, enviando mais de 1 GWp cada.
Um novo estudo da associação alemã de engenharia mecânica (VDMA) revela que o investimento global em equipamentos para a fabricação de painéis fotovoltaicos aumentará mais de 2,5 vezes até 2035, com os fornecedores europeus mantendo, por ora, sua competitividade, apesar dos desafios estruturais.
Após atingir pico histórico de cerca de US$ 120/oz no início de janeiro, a prata acumula queda superior a 40%. A pasta de prata atualmente representa mais de 20% do custo total das células solares, criando um ambiente difícil para fabricantes que já enfrentam supercapacidade, queda nos preços dos módulos e margens apertadas. Empresas estão explorando tecnologias alternativas de metalização e outras formas de reduzir o consumo de prata.
Pesquisadores do instituto alemão identificaram que agentes de limpeza de módulos fotovoltaicos amplamente usados podem danificar revestimentos antirreflexo do vidro e reduzir a eficiência dos equipamentos; testes indicam que alguns produtos causam degradação permanente, reforçando a necessidade de seleção criteriosa para evitar perdas de desempenho no longo prazo.
Em uma nova atualização semanal para a pv magzine, a OPIS, uma empresa Dow Jones, oferece um resumo das principais tendências de preços na indústria fotovoltaica global.
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