Pesquisadores no Brasil testaram módulos fotovoltaicos policristalinos de segunda vida por dois anos e descobriram que eles retiveram de 87% a 88% de sua potência original, com degradação mínima e desempenho estável. Apesar dos fortes benefícios em termos de sustentabilidade e economia circular, os incentivos econômicos permanecem limitados devido ao custo decrescente e às curtas garantias dos novos módulos fotovoltaicos de silício de última geração.
A Terabase Energy, com sede na Califórnia, está ampliando sua plataforma automatizada de construção de energia solar e expandindo seu ecossistema de software de engenharia para melhorar a execução de projetos e a modelagem de desempenho.
Pesquisas da University of New South Wales mostram que a degradação de módulos fotovoltaicos varia conforme o design e a localização dos sistemas, influenciada por UV, temperatura, umidade e condições atmosféricas. Regiões tropicais e desérticas concentram maior estresse, reforçando a necessidade de projetos adaptados ao clima.
A Longi, fabricante solar sediada na China, está migrando de um design de sistema multifornecedor para uma arquitetura unificada de energia solar mais armazenamento construída em torno de tecnologias internas.
Pesquisadores na Turquia otimizaram o resfriamento por eletroaspiração para painéis fotovoltaicos, alcançando a produção de energia ideal com o mínimo consumo de água e uma configuração compacta e energeticamente eficiente. Por meio de suas análises, os cientistas identificaram os parâmetros operacionais ideais para o uso da tecnologia.
Com 64% da capacidade fora do sistema convencional e cerca de 95 mil sistemas isolados, mercado cresce impulsionado por acesso à energia, confiabilidade e limitações da rede; em aplicações com substituição de diesel, projetos podem alcançar payback em cerca de dois anos.
Pesquisadores no Brasil mostram que módulos fotovoltaicos policristalinos de segunda vida mantêm 87–88% da potência original, com baixa degradação e desempenho estável. Apesar dos ganhos em sustentabilidade, a viabilidade econômica ainda é limitada pela queda nos preços dos módulos novos.
O ranking Terawatt PV 100 classifica as 100 maiores empresas de fabricação de energia solar usando uma nova metodologia baseada em escala de produção, solidez financeira e transparência corporativa. A Tongwei lidera a lista do primeiro trimestre de 2026. A maioria das principais empresas tem sede na China. A análise destaca o crescente escrutínio da cadeia de suprimentos global, impulsionado por tarifas e exigências ESG, ao mesmo tempo que mostra a crescente influência de empresas indianas e a forte posição de fornecedores de materiais e equipamentos.
Com ao menos 852 MWh em armazenamento — sendo 64% fora da rede — sistemas isolados e híbridos avançam no país, ainda como nicho, mas ganhando tração diante de limitações de conexão e busca por confiabilidade energética.
A Administração Nacional de Energia da China (NEA) afirma que a capacidade solar recém-instalada atingiu 32,48 GW nos dois primeiros meses de 2026, enquanto a Associação Chinesa da Indústria de Metais Não Ferrosos (CNMIA) diz que os preços do polissilício caíram até 7,95% na última semana.
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