CTO da Huawei Digital Power destaca viabilidade econômica em estados com alta diferença tarifária, alerta que baterias não são solução universal e aponta regulação, padronização técnica e segurança como fatores-chave para a próxima fase de crescimento do armazenamento no país.
A consultoria estima que as remessas globais em 2025 atingiram 612,39 GWh, com a demanda fora da China superando a chinesa no segundo semestre do ano.
A Aneel aprovou o edital do leilões voltados para térmicas e hidrelétricas, que serão realizados em março e contam com mais de 125 GW cadastrados. A portaria de diretrizes destes leilões foi publicada em outubro de 2025. Já o LRCAP para baterias, inicialmente previsto para abril, ainda não conta com a portaria de diretrizes, etapa anterior à publicação do edital. Mas já mobiliza o mercado, com mais de 20 GW de projetos em desenvolvimento.
Iniciativa busca aumentar autonomia energética e reduzir dependência de geradores a diesel; quatro protótipos serão avaliados em diferentes unidades, enquanto a Força já expande usinas solares em quartéis com economia de milhões e redução de emissões.
Fabricante chinesa aponta o backup como principal motor da demanda por baterias no país, avalia que 2026 pode marcar o início de uma adoção acelerada e aposta em sistemas híbridos e novas químicas para ampliar o acesso às soluções junto à carga.
A Rystad Energy prevê que a capacidade global de armazenamento de energia em baterias (BESS, na sigla em inglês) ultrapassará 130 GW/350 GWh em 2026, impulsionada pela China, Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Alemanha.
Em 2024, empresas europeias instalaram cerca de 20 GW de energia solar comercial e industrial (C&I), mas apenas cerca de 1 GW/2 GWh de armazenamento de baterias C&I. A diferença é impressionante. Ambas as tecnologias prometem contas de energia mais baixas, maior resiliência e descarbonização, mas as baterias ainda não alcançaram o mesmo trânsito comercial que a energia solar desfruta. Dina Darshini, do LCP Delta, pergunta porque a diferença persiste.
Diretor de Engenharia aponta avanço de 51% na demanda em 2025, consolidação de aplicações como peak shaving, time shift e backup, além do papel decisivo da CP 39 da Aneel para viabilizar novos modelos de negócio e destravar investimentos no setor.
Segundo levantamento da Geotab, atualmente a degradação média anual de baterias de veículos elétricos é de 2,3% ao ano, maior do que o índice identificado na pesquisa anterior, de 2024. O aumento da degradação reflete a maior dependência de recarga rápida em corrente contínua (DC) e alta potência.
O diretor comercial da fabricante chinesa, Mateus Gomes, destaca à pv magazine Brasil que resiliência, peak shaving e arbitragem ponta–fora ponta já sustentam projetos economicamente viáveis, enquanto a CP 39 da Aneel pode reduzir incertezas e acelerar investimentos.
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