Fabricante chinesa aponta o backup como principal motor da demanda por baterias no país, avalia que 2026 pode marcar o início de uma adoção acelerada e aposta em sistemas híbridos e novas químicas para ampliar o acesso às soluções junto à carga.
A Rystad Energy prevê que a capacidade global de armazenamento de energia em baterias (BESS, na sigla em inglês) ultrapassará 130 GW/350 GWh em 2026, impulsionada pela China, Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Alemanha.
Em 2024, empresas europeias instalaram cerca de 20 GW de energia solar comercial e industrial (C&I), mas apenas cerca de 1 GW/2 GWh de armazenamento de baterias C&I. A diferença é impressionante. Ambas as tecnologias prometem contas de energia mais baixas, maior resiliência e descarbonização, mas as baterias ainda não alcançaram o mesmo trânsito comercial que a energia solar desfruta. Dina Darshini, do LCP Delta, pergunta porque a diferença persiste.
Diretor de Engenharia aponta avanço de 51% na demanda em 2025, consolidação de aplicações como peak shaving, time shift e backup, além do papel decisivo da CP 39 da Aneel para viabilizar novos modelos de negócio e destravar investimentos no setor.
Segundo levantamento da Geotab, atualmente a degradação média anual de baterias de veículos elétricos é de 2,3% ao ano, maior do que o índice identificado na pesquisa anterior, de 2024. O aumento da degradação reflete a maior dependência de recarga rápida em corrente contínua (DC) e alta potência.
O diretor comercial da fabricante chinesa, Mateus Gomes, destaca à pv magazine Brasil que resiliência, peak shaving e arbitragem ponta–fora ponta já sustentam projetos economicamente viáveis, enquanto a CP 39 da Aneel pode reduzir incertezas e acelerar investimentos.
O cluster de múltiplos projetos inclui a maior instalação de armazenamento eletroquímico de energia em local único do mundo: a Usina de Armazenamento de Energia Jingyi Chagan Hada, de 4 GWh Envision.
Companhia entregou o primeiro sistema de armazenamento nesse modelo para o edifício Civil Towers, em Salvador, com 215 kWh, associado a um sistema fotovoltaico de 42 kWp. O sistema foi viabilizado em parceria com as empresas 3P Energia, Huawei, HDT e Amara NZero Brasil. A pv magazine Brasil conversou com o Head Comercial de BESS da GreenYellow, Giovanni Milani, sobre as oportunidades de crescimento no mercado de armazenamento no país.
As três principais classificações para importação de baterias no Brasil pagavam alíquotas de II de 16% a 18%.
Um novo estudo destaca o papel crucial das tecnologias avançadas de sistemas de gerenciamento de baterias integradas à IA no monitoramento, otimização e previsão do desempenho das baterias para operações de data centers confiáveis e sustentáveis.
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