Diretor de Engenharia aponta avanço de 51% na demanda em 2025, consolidação de aplicações como peak shaving, time shift e backup, além do papel decisivo da CP 39 da Aneel para viabilizar novos modelos de negócio e destravar investimentos no setor.
Segundo levantamento da Geotab, atualmente a degradação média anual de baterias de veículos elétricos é de 2,3% ao ano, maior do que o índice identificado na pesquisa anterior, de 2024. O aumento da degradação reflete a maior dependência de recarga rápida em corrente contínua (DC) e alta potência.
O diretor comercial da fabricante chinesa, Mateus Gomes, destaca à pv magazine Brasil que resiliência, peak shaving e arbitragem ponta–fora ponta já sustentam projetos economicamente viáveis, enquanto a CP 39 da Aneel pode reduzir incertezas e acelerar investimentos.
O cluster de múltiplos projetos inclui a maior instalação de armazenamento eletroquímico de energia em local único do mundo: a Usina de Armazenamento de Energia Jingyi Chagan Hada, de 4 GWh Envision.
Companhia entregou o primeiro sistema de armazenamento nesse modelo para o edifício Civil Towers, em Salvador, com 215 kWh, associado a um sistema fotovoltaico de 42 kWp. O sistema foi viabilizado em parceria com as empresas 3P Energia, Huawei, HDT e Amara NZero Brasil. A pv magazine Brasil conversou com o Head Comercial de BESS da GreenYellow, Giovanni Milani, sobre as oportunidades de crescimento no mercado de armazenamento no país.
As três principais classificações para importação de baterias no Brasil pagavam alíquotas de II de 16% a 18%.
Um novo estudo destaca o papel crucial das tecnologias avançadas de sistemas de gerenciamento de baterias integradas à IA no monitoramento, otimização e previsão do desempenho das baterias para operações de data centers confiáveis e sustentáveis.
Com a desaceleração do mercado convencional de PPAs (Power Purchase Agreements) para energias renováveis, o mercado de flexibilidade na Europa teve um crescimento expressivo em 2025, impulsionado por um aumento nos contratos de fornecimento fixo e estruturas de otimização de sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS). Ao mesmo tempo, o armazenamento em conjunto com outras fontes de energia ganhou força sem precedentes, sinalizando uma mudança em direção a soluções energéticas mais integradas e flexíveis.
A nova planta ampliará a capacidade produtiva da WEG em sistemas BESS para até 2 GWh ao ano, equivalente a 400 sistemas de 5 MWh. As obras da nova fábrica devem ser concluídas no segundo semestre de 2027. A companhia planeja atender tanto o mercado de grandes sistemas de armazenamento quanto o de sistemas para uso comercial e industrial (C&I).
Fabricante aponta crescimento impulsionado por apagões, maior maturidade do consumidor, novos modelos de negócio e avanço da regulação para integrar o armazenamento à gestão energética.
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