O complexo híbrido Serra da Babilônia Solar na Bahia combina 140 MW de energia solar com 223 MW de energia eólica, totalizando 363 MW de capacidade instalada. O projeto aproveita a complementaridade entre sol e vento, reduzindo a intermitência e aumentando a eficiência da planta.
As despesas com maior aumento incluem o subsídio GD (87%), Tarifa Social (33,3%) e descontos tarifários na distribuição (15,8%) e transmissão (15,5%). A proposta também prevê a extinção das quotas CDE-GD a partir de 2026 e a aplicação de um critério de rateio único para as quotas CDE.
Por meio do Programa Reforma Casa Brasil da Caixa Econômica Federa, a nova linha de crédito é voltada para o financiamento de reformas, ampliação ou adaptação de moradias urbanas para famílias de baixa renda e passou a incluir o financiamento de sistemas de energia solar – com aquecimento de água ou geração de energia elétrica.
A UFV Aiolfi I, composta por módulos bifaciais de 700 W da EGING PV e um inversor GoodWe de 75 kW, registrou uma geração de 15.400 kWh em apenas 30 dias, suficiente para suprir aproximadamente 95 residências com consumo médio de 161,7 kWh/mês. Um “sonho antigo” do proprietário, usina se tornou possível com a aquisição de um terreno com conexão trifásica.
A solução conectada ao Programa de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), monitora áreas de risco em tempo real e já opera em aproximadamente 130 ativos de energia solar, superando R$ 15 milhões em danos evitados.
Os módulos utilizam a tecnologia TOPCon N-Type, vidro duplo para maior durabilidade e duas potências disponíveis (570 W e 555 W), nas quatro opções de cores e integram energia e estética em um mesmo produto para aplicações em fachadas e estruturas urbanas.
Para Jonas Becker, diretor da ONE (Grupo Colibri Capital) e coordenador da Absolar no Ceará, nova lei reforça a segurança jurídica para expansão de investimentos, geração de empregos e aumento da competitividade energética nacional.
A planta fotovoltaica da multinacional britânica Hochschild Mining tem potência instalada de 45 MW, está localizada no município de Jaboticatubas (MG) e visa suprir a demanda de energia da mina Mara Rosa, no Norte de Goiás.
A empresa estuda ampliar seus Centros de Distribuição no país e se diz otimista em relação ao mercado solar para 2026, com a baterias se tornando uma realidade crescente para o segmento residencial, além da expansão de dispositivos para a gestão inteligente do consumo de energia, entre outros nichos.
A empresa já vinha atuando no mercado de seguidores solares com média de potência dos sistemas de 3 MW para usinas de pequeno e médio porte. Para 2026, o foco é a otimização de custos e eficiência dos produtos, além de sistemas com IA voltados ao desenvolvimento das estruturas e desempenho operacional das usinas.
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