A consultoria CELA estima que o mercado brasileiro de baterias deve ultrapassar a escala do GWh em 2025, chegando a 2,5 GWh no cenário otimista — mas cada vez mais provável — e a pelo menos 1,3 GWh no cenário pessimista. Mesmo sem um leilão de reserva de capacidade, aplicações como hibridização de usinas, leilão de sistemas isolados, C&I e backup puxam o mercado.
Os projetos até 6 kWp registraram aumento, enquanto os de maior potência, indicados para C&I, tiveram queda no mesmo período. De acordo com o levantamento da Solfácil, as regiões Centro-Oeste e Nordeste do país seguem na liderança com os menores preços.
Por meio da iniciativa da Zurich Airport Brasil, a usina contará com 1.455 módulos solares, que atenderão toda a demanda energética do aeroporto e proporcionarão economia de 49% dos custos mensais na conta de luz.
Nos últimos dois anos, a empresa começou a redirecionar sua estratégia no Brasil para focar em soluções zero grid e em armazenamento de energia, uma tendência que a GreenYellow observava globalmente e que agora é reforçada no país com a aprovação da MP 1.304.
Atualmente, as três unidades de recarga possuem um BESS de 100kW de potência com 215kWh de armazenamento, cada uma. Após análises, as empresas decidiram dobrar essa potência e a SecPower instalará mais unidades de BESS em cada unidade da Teld, fazendo com que o BESS de cada unidade tenha 200kW de potência e 430kWh de armazenamento.
A inclusão de baterias no Reidi, com consequente isenção e redução de impostos, e a previsão legal expressa de participação em leilão e de aplicações em todos os segmentos do setor elétrico são sinalizações positivas para a atração de investimentos, disse à pv magazine Brasil o diretor-executivo da ABSAE, Fábio Lima. No entanto, há pontos de atenção como o rateio de custos da contratação de reserva de capacidade exclusivamente entre geradores.
A iniciativa é fruto de parceria com C40 Cities e The Climate Pledge (TCP), por meio da iniciativa global Laneshift que inclui o programa Aliança Cidade-Empresa com a participação de 8 empresas para acelerar a adoção de veículos de carga de zero emissão.
Em sua sexta aquisição neste ano, avaliada em R$ 78 milhões, a empresa incluiu mais quatro usinas fotovoltaicas ao seu portfólio e consolida atuação da plataforma estado, onde conta com 45 projetos em operação, totalizando 120 MWp de potência.
Os contratos de Operação e Manutenção (O&M) foram assinados para os projetos solares de Barro Alto (451 megawatts), com Newave e Gerdau, e Arapuá (250 megawatts), com a Kroma Energia, além dos projetos eólicos Serra da Borborema (124 megawatts), com a EDP, e Kairós (112,5 megawatts), com a Semper Energia.
Através da plataforma de equity crowdfunding Divify, a oferta de cotas de investimento mínimo de R$ 5 mil tem a meta de arrecadar R$ 800 mil para concluir a usina de minigeração distribuída, com rendimento projetado de 2,8% ao mês. A usina mira atender produtores de arroz da região e está enquadrada na GD I.
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