A planta fotovoltaica Grande Sertão II, em Minas Gerai, recebeu investimento superior a R$ 330 milhões e é a primeira usina centralizada da companhia, destinada a atender consumidores varejistas da comercializadora. A usina é capaz de operar fora do despacho central do Operador Nacional do Sistema Elétrico, conectada diretamente à rede de distribuição.
Nova análise da Aurora Energy Research avalia os desafios regulatórios e o impacto dos sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS, na sigla em inglês) como solução de flexibilidade para o sistema elétrico brasileiro.
A companhia também colocará em operação a usina solar Serrita, de 69 MWp, em Pernambuco. O investimento de aproximadamente R$ 1,2 bilhão adicionará no total 340 MWp de energia limpa ao sistema energético brasileiro, o que corresponde 5% da nova capacidade solar do Brasil em 2025.
Com foco em economia na conta de luz, o sistema de 57,62 KW conta com 172 painéis ultraleves da linha Galaxy cuja instalação de 1 módulo a cada 3 minutos não atrapalhou a rotina de estudantes e colaboradores da instituição.
Os sistemas fotovoltaicos com baterias chegam para fornecer energia 24 horas e possibilitam a substituição de alimentos enlatados por alimentos frescos para melhorar a qualidade da alimentação dos estudantes, além de economia de aproximadamente R$ 20.000 por mês em combustível.
A associação se posiciona de forma contrária a obrigação de que novos projetos de autoprodução sejam obrigados a comprar energia de novas usinas, o que pode afastar investimentos superiores a R$ 110 bilhões previstos até 2029.
Serão contratados sistemas a partir de 30 MW de capacidade, com compromisso de entrega da potência máxima durante quatro horas por dia. Os contratos ofertados terão 10 anos de duração e o início do suprimento está previsto para 1º de agosto de 2028.
Projeto de BESS implantado em parceria com a 3P Energia será operado no modelo load shifting, com potencial de reduzir em até 20% a conta de luz do edifício empresarial. Será o primeiro sistema de baterias instalado pela GreenYellow no Brasil.
A homologação nos níveis N1 e N2 assegura que os modelos computacionais utilizados em simulações representam com alta precisão o comportamento real dos equipamentos durante transitórios e eventos de rede, contribuindo diretamente para a robustez e resiliência do sistema elétrico nacional.
Levantamento da Descarbonize Soluções aponta que bandeira vermelha pelo sexto mês consecutivo motiva consumidores a buscarem alternativas para diminuir o impacto financeiro nos custos com eletricidade. Os estados de Santa Catarina, Goiás e Paraná lideram as pesquisas.
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