Cientistas no Japão desenvolveram um modelo que prevê a geração fotovoltaica excedente e cria uma rota para o carregamento otimizado de veículos elétricos de entrega. Eles definiram seu trabalho como um “plano prático para operadores logísticos”.
O sistema conta com 634 módulos solares instalados, uma capacidade capaz de gerar, em média, mais de 40 mil kWh por mês, um volume de energia representa uma redução de aproximadamente 80% no consumo de energia elétrica da unidade da instituição em Vitória, capital do estado.
Com investimento de mais de R$ 2,1 milhões, a planta conta com 840 módulos e capacidade de geração suficiente para produzir 694 MWh/ano. A distribuidora também modernizou o sistema de iluminação e juntos, os projetos economizarão de mais de R$ 490 mil anuais nas despesas do hospital com energia elétrica.
Energia fotovoltaica será usada para abastecer o consumo próprio da hidrelétrica de 14 GW. Mas uma possível expansão do projeto no futuro — ocupando 10% do reservatório seria possível adicionar 14 GW de solar — pode representar um novo negócio para a Itaipu Binacional no futuro.
O setor fotovoltaico da China enfrentou queda na produção e nas margens upstream no primeiro semestre de 2025, enquanto o excesso de oferta e a queda de preços pesaram sobre os fabricantes, de acordo com a Associação da Indústria Fotovoltaica da China (CPIA).
A crescente visibilidade da perovskita em eventos do setor em 2025 é um sinal de que as perovskitas progrediram além dos pequenos dispositivos feitos em laboratório vistos no início desta década. O foco agora está no desenvolvimento de materiais, processos e uma cadeia de suprimentos pronta para fabricação e implantação em larga escala.
Atualmente, considerando também a MMGD, a fonte solar já ocupa a segunda posição em capacidade instalada no Sistema Interligado Nacional (SIN). Por isso, entender quando, onde e quanto se pode gerar tornou-se estratégico para operadores, reguladores e investidores, que buscam otimizar seus projetos e garantir previsibilidade em um setor cada vez mais relevante para o futuro da matriz energética brasileira.
O sistema utiliza a captação de água de poço subterrâneo, associada a um filtro de tratamento e ao uso de energia fotovoltaica e garante acesso à água própria para consumo em uma parceria entre a Fundação Amazônia Sustentável e a Coca-Cola Brasil.
Indicador da Solfácil aponta que no segundo trimestre do ano o preço médio ficou em R$ 2,51 por Wp (Watt-pico). Entre os 26 estados e o Distrito Federal, Acre, Alagoas e Amazonas foram os que ofereceram os preços mais baixos para instalações residenciais.
Os módulos solares estão ficando maiores, mais finos e mais poderosos. Mas do Texas à Tailândia, o mesmo problema está aparecendo: vidros quebrados. Não de granizo ou manuseio incorreto, mas de rachaduras que se espalham pelas bordas da estrutura, lascas perto de grampos e teia entre os módulos. Nos casos vistos por Jörg Althaus, diretor de engenharia e garantia de qualidade da Clean Energy Associates (CEA), começa com alguns painéis – depois dezenas, centenas, até milhares.
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