O plano de investimentos em infraestrutura de saneamento básico da companhia foi enquadrado como prioritário pelo Ministério das Cidades e inclui três usinas fotovoltaicas que somam 3,891 MWp. Com enquadramento, a empresa poderá emitir valores mobiliários incentivados para financiar projetos.
Autoridades governamentais do Zimbábue afirmaram que as obras de um projeto de energia solar flutuante de 600 MW no Lago Kariba, o maior lago artificial do mundo em volume, começarão no próximo ano, com uma fase inicial de 150 MW.
Ministério de Minas e Energia e a Empresa de Pesquisa Energética anunciam plano decenal que prevê cerca de R$ 120 bilhões para ampliar e modernizar o sistema de transmissão elétrico, impulsionando a capacidade de integrar renováveis e atender à crescente demanda.
Com o primeiro Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) de baterias previsto para abril de 2026, empresas que oferecem BESS “as a service” ampliam atuação em soluções comerciais e industriais, atraindo investimentos e buscando viabilizar modelos de negócio que eliminem o investimento inicial dos clientes.
Capacidade adicionada em 2026 deve cair em relação a 2025 e totalizar cerca de 649 GW com mudanças de política na China, EUA e em mercados maduros que mostram sinais de saturação. A expectativa é de recuperação moderada em 2027 para aproximadamente 688 GW de novos projetos.
O acordo prevê a aquisição de 49,99% das subsidiárias da bp no Brasil e a gestão compartilhada dos projetos com um pipeline de até 1,5 GW em desenvolvimento, incluindo uma das maiores usinas solares do Ceará já em operação.
Estudo da Inventta aponta que a geração distribuída avançou além das projeções e já redefine o planejamento do sistema elétrico brasileiro. A expansão acelerada pressiona a rede, amplia o risco de curtailment e exige novos modelos de gestão e integração.
Medida propõe aplicar tarifa horária de forma automática a consumidores de baixa tensão com consumo superior a 1 MWh para incentivar o uso de energia em horários de maior oferta, especialmente durante o dia. A proposta prevê implementação até o fim de 2026.
Levantamento da Solfácil aponta que o consumidor brasileiro paga 13% do preço cobrado no mercado americano. Enquanto no Brasil um sistema residencial de aproximadamente 7 kWp custa em torno de R$ 16 mil, nos Estados Unidos a mesma potência tem custo de US$ 23,5 mil, o equivalente a quase R$ 130 mil.
Para a empresa, sairão na frente os fornecedores que conseguirem transformar preço e produto em solução, dominar o supply chain, aprofundar serviços e financiamento, e se posicionar estrategicamente em um mercado cada vez mais profissionalizado e exigente.
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