Somente o segmento industrial registrou alta no consumo em outubro, com crescimento de 0,5% em outubro de 2025 — com destaques para a extração de minerais metálicos e fabricação de produtos alimentícios — enquanto os segmentos residencial e comercial tiveram quedas. O consumo no mercado livre também cresceu e já representa 45,6% da demanda por eletricidade no Brasil. Dados fazem parte da Resenha Mensal da EPE.
A planta fotovoltaica da multinacional britânica Hochschild Mining tem potência instalada de 45 MW, está localizada no município de Jaboticatubas (MG) e visa suprir a demanda de energia da mina Mara Rosa, no Norte de Goiás.
A empresa estuda ampliar seus Centros de Distribuição no país e se diz otimista em relação ao mercado solar para 2026, com a baterias se tornando uma realidade crescente para o segmento residencial, além da expansão de dispositivos para a gestão inteligente do consumo de energia, entre outros nichos.
De acordo com levantamento, entre janeiro e outubro deste ano, foram adicionados 2 GW de tecnologia fotovoltaica para atender companhias de comércio, serviços e indústrias. Os investimentos corporativos em pequenas usinas solares representam mais de R$ 9 bilhões, num total de 56 mil novas instalações em telhados, coberturas e em solo, espalhadas por mais de 4,3 mil municípios brasileiros.
Entre janeiro e setembro de 2025, foram adicionados 6,4 GW de capacidade de geração distribuída, sendo 3,5 GW de sistemas residenciais, 1,5 GW comerciais, 734 MW rurais e 497 MW industriais. A potência conectada é 12% menor que o observado em igual período de 2024. Por segmento de consumo, as quedas mais expressivas na comparação com janeiro a setembro do ano passado foram observadas nos setores comercial e industrial.
Composto por cinco usinas fotovoltaicas que geram 500 mil kWh por mês, os sistemas contam com 8.110 painéis e 49 inversores que alimentam a energia para as secretarias, unidades de saúde, escolas e demais setores municipais, com redução significativa dos custos de eletricidade e redução das emissões de gases de efeito estufa.
Agora com sete unidades em operação, a expansão dos CDs visa reduzir o tempo de trânsito e aumentar a eficiência operacional do negócio. As novas operações permitem entregas em até 6 dias úteis na capital paulista e em até 4 na Região Metropolitana de Salvador (BA).
Em parceria com a Baterias Moura e aporte de R$ 9,5 milhões da Conta de Desenvolvimento da Amazônia LegaI, a iniciativa busca a substituição do diesel em dois municípios para garantir segurança e independência energética das de unidades que não estão conectadas ao Sistema Interligado Nacional.
Por meio de parceria de cinco anos, o Ministério de Minas e Energia e a Global Energy Alliance for People and Planet, impulsionarão a instalação de soluções renováveis descentralizadas, como sistemas solares híbridos, armazenamento em baterias e microrredes.
Com investimento de R$ 5,12 bilhões, as duas primeiras usina tem entrada em operação prevista em junho e julho de 2026, somando 891 MW, e a terceira, com mais 640 MW, deve iniciar operação em setembro de 2027.
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