Solução desenvolvida e fabricada pela NHS permite integrar energia solar, rede e armazenamento em baterias, oferecendo maior segurança energética para atividades do agronegócio dependentes de fornecimento elétrico contínuo.
Uma equipe de pesquisa argelina desenvolveu um sistema inteligente de resfriamento por pulverização de água para painéis fotovoltaicos que só é ativado quando as temperaturas ultrapassam um limite estabelecido, aumentando a eficiência e minimizando o uso de água em condições desérticas.
Em termos de custos e benefícios para o sistema, baterias e hidrelétricas são as alternativas mais competitivas para prover capacidade firme, avalia a consultoria. Para as usinas térmicas, deve-se considerar a alta demanda global por turbinas e a alta exposição às flutuações globais do preço do GNL.
Nova linha ES LD opera em sistemas on-grid e off-grid, conta com dois MPPTs e é compatível com baterias de 48 V. O equipamento foi projetado para atender diferentes padrões elétricos na América Latina e ampliar a autonomia energética em aplicações residenciais e comerciais de pequeno porte.
Expansão da geração elétrica brasileira nos dois primeiros meses de 2026 foi impulsionada pela fonte solar. Em fevereiro, 16 novas usinas entraram em operação, sendo 14 fotovoltaicas, e o país alcançou mais de 217,9 GW de potência fiscalizada, segundo dados da Aneel.
Com atuação nacional e portfólio voltado a soluções off-grid, geração distribuída e sistemas híbridos, a NeoSolar avalia que o mercado de distribuição de equipamentos fotovoltaicos passa por um momento de recuperação, marcado por volatilidade de preços e mudanças regulatórias, enquanto novas aplicações como armazenamento de energia e recarga de veículos elétricos ganham espaço.
O mercado australiano de energia solar em telhados voltou ao território recorde com 281 MW de nova capacidade registrados em todo o país no mês passado, marcando o maior total de fevereiro já registrado.
Novo especial da pv magazine Brasil analisa como, após anos de forte expansão da geração distribuída, distribuidoras de equipamentos solares enfrentam um cenário de ajustes marcado por volatilidade de preços, mudanças regulatórias e margens mais pressionadas, ao mesmo tempo em que ampliam seus portfólios com baterias, sistemas híbridos e novas soluções energéticas.
Relatório “Electricity 2026”, da Agência Internacional de Energia (IEA), projeta que a energia solar fotovoltaica acrescentará mais de 600 TWh por ano até o fim da década para atender a demanda das economias mais eletrificadas. Em volume de geração, a solar deve ultrapassar a energia eólica e nuclear já em 2026 e superar a hidrelétrica até 2029. As fontes renováveis e nuclear serão responsáveis por 50% da geração global de eletricidade até 2030, de 42% em 2025.
Projeto prevê a instalação de sistemas fotovoltaicos em escolas localizadas em algumas das mais de 40 ilhas de Belém, como Cotijuba, Jutuba, Paquetá, Outeiro e Mosqueiro. A iniciativa busca substituir geradores a diesel, reduzir custos operacionais e ampliar o uso de energia renovável em comunidades ribeirinhas da capital paraense.
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