Em 2024, a energia solar era, em média, 41% mais barata do que as alternativas de combustíveis fósseis de menor custo, enquanto os projetos eólicos terrestres eram 53% mais baratos. A energia eólica terrestre permaneceu como a fonte mais acessível de nova eletricidade renovável, com um custo nivelado de energia de US$ 0,034/kWh, seguida pela energia solar fotovoltaica, a US$ 0,043/kWh.
Um estudo conduzido no mais antigo local de pesquisa agrovoltaica dos Estados Unidos descobriu que a variabilidade climática ano a ano afeta a produção agrícola agrovoltaica, enfatizando a importância da realização de estudos ao longo de vários anos.
Com 440 mil empregos em 2024, setor exige atualização constante em meio a mudanças regulatórias e de mercado.
A iniciativa é realizada através da Simplifica Energia, empresa do grupo especializada em geração distribuída. Segundo a empresa, a adesão de órgãos públicos ao mercado livre de energia é uma tendência crescente em todo o Brasil, com mais de 800 contratos de fornecimento de energia livre assinados por entidades públicas, somente em 2024.
Pesquisadores do Fraunhofer ISE combinaram testes internos e externos para entender e quantificar os processos de degradação em painéis solares TOPCon. A nova metodologia destina-se a fornecer dados para validar e melhorar os protocolos laboratoriais de estresse.
Companhia construirá para a com a Minum/Genco dois empreendimentos, localizados nas cidades de Moju e Paragominas, que somam 7,5 MW de capacidade instalada e atenderão consumidores paraenses no modelo de geração compartilhada. As novas usinas solares devem entrar em operação em janeiro de 2026.
Com investimento de R$ 3,2 milhões, a planta de 300 kW deve gerar uma economia de R$ 400 mil anuais na conta de energia elétrica da unidade e reduzir a emissão de 30 toneladas por ano de gases causadores do efeito estufa.
Normas de segurança não são burocracia, são conquistas que protegem trabalhadores, qualificam o mercado e garantem que a energia do amanhã seja construída com ética, eficiência e, acima de tudo, respeito à vida.
Ferramentas pesadas, trabalho em altura, exposição ao sol e à poeira, exigência de precisão técnica, formavam um cenário onde poucas mulheres ousavam entrar, mas, essa realidade está mudando. Mulheres que participam da Rede MESol compartilham sua experiência em campo e demonstram que podem ocupar espaço nos telhados, canteiros de obras e bastidores da execução com competência, técnica e responsabilidade.
As plantas, localizadas em Santa Cruz, Parelhas e Senador Elói de Souza, somam 6,44 MWp de potência instalada, capacidade suficiente para abastecer o consumo de mais de 8.300 residências; companhia planeja ter 13 usinas no estado até o próximo ano.
Este site usa cookies para contar anonimamente o número de visitantes. Para mais informações, consulte a nossa Política de Proteção de Dados.
The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.