Operação coordenada pelo Itaú BBA envolveu a emissão de R$ 720 milhões de notas comerciais e a primeira emissão de debêntures incentivadas, de R$ 750 milhões, nos termos das novas regras de enquadramento como projeto prioritário. Localizado em Paracatu (MG), o complexo Luiz Carlos já tem um contrato de fornecimento de energia com a Votorantim e deve entrar em operação no final de 2025.
Necessidades de capacidade e flexibilidade crescem nos sistemas elétricos com maior participação de fontes renováveis variáveis, como solar e eólica. Diversos países têm promovido leilões de capacidade para garantir equilíbrio dos sistemas, com contratação de armazenamento em baterias. O Brasil realizou em 2021 um leilão de reserva de capacidade, com participação exclusiva de termelétricas, que contratou 5,1 GW. Um segundo leilão está previsto para 2024, mas ainda sem definições sobre as regras de participação.
Um grupo de cientistas liderado pelo Centro Comum de Pesquisa (JRC) da Comissão Europeia analisou o impacto da implantação de sistemas fotovoltaicos mais verticais nos mercados europeus de energia e identificou as vantagens potenciais que podem ser oferecidas por esse cenário. Isso inclui preços mais baixos de eletricidade, custos de sistema mais baixos e uma crescente troca de energia entre os países vizinhos.
Uso de dados dispara com novas tecnologias e Brasil se posiciona como destino atrativo para novos data centers, com disponibilidade de água e de energia renovável para atrair a crescente infraestrutura global de processamento de dados.
De acordo com dados do Operador Nacional do Sistema, até 2028 a maior parte da capacidade remanescente de escoamento do sistema de transmissão para novos projetos sem restrições de conexão está localizada no Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Estados mais estratégicos para a fonte solar centralizada, como Bahia, Ceará, Maranhão e Piauí, só teriam disponibilidade adicional de margem em 2029.
Os projetos de baterias continuam dominando a construção de energia limpa em larga escala da Austrália, com 6 GW de nova capacidade adicionada ao pipeline de projetos de energias renováveis do país em julho.
Aneel publica despacho que prorroga por 36 meses o prazo para início de operação comercial das usinas que atenderam aos requisitos da MP 1.212/24 e terão mantidos descontos de uso do sistema de transmissão e distribuição. Foram prorrogados os prazos para projetos que somam 25 GW e deverão iniciar as obras em até 18 meses. A Bahia concentra a maior parte dos projetos, com 3,3 GW de solar e 5,8 GW de eólica.
A Agência Internacional de Energia projeta que a energia solar atrairá mais investimentos do que todas as outras fontes de geração de eletricidade combinadas. Os gastos globais com energia devem ultrapassar US $ 3 trilhões pela primeira vez este ano.
Único na América Latina, o dispositivo reúne recursos de medição de potência dos módulos fotovoltaicos e permitirá a validação de confiabilidade e qualidade dos painéis produzidos para o mercado brasileiro.
De acordo com a associação, a participação da solar na matriz elétrica brasileira chegou a 19%, contando usinas centralizadas e distribuídas, e evitou a emissão de 55 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.
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