A SolarPower Europe divulgou novas diretrizes técnicas de due diligence para projetos solares em escala de utilidade pública com armazenamento, abrangendo riscos, engenharia e padrões de ciclo de vida para sistemas fotovoltaicos e de baterias co-localizados.
Projeções fazem parte de publicação sobre investimentos previstos em Minas e Energia até 2035. Além de destacar projetos de geração solar centralizada que somam R$ 27,8 bilhões de investimentos, a publicação identifica projetos que representam novas demandas de eletricidade, como 66 data centers que devem demandar 28,5 GW até 2038 e usinas de hidrogênio verde que devem demandar 38,6 GW até 2038, com R$ 49,6 bilhões de investimentos.
Em sistemas fotovoltaicos, o período noturno representa, em média, 16 horas por dia, o que exige armazenamento significativo ou fontes alternativas de geração para atender à demanda. A energia hidrelétrica reversível (bombeamento) e as baterias são soluções centrais, sendo o bombeamento hidrelétrico especialmente indicado para armazenamento de longa duração e baixo custo em períodos nublados ou com pouco vento. Estratégias complementares incluem a geração eólica, o deslocamento de carga e a geração despachável, enquanto altas participações de solar e eólica podem contribuir para a segurança e a confiabilidade do sistema elétrico.
Projeto da Polimix Energia no Rio Grande do Norte deve entrar em operação até o fim de 2026 com tecnologia bi-fila de nova geração. Cada tracker comporta 150 módulos e estruturas acima de 100 metros, com ganhos em CAPEX e OPEX e enquadramento FINAME.
Segundo a EPE, 8.947 MW de usinas solares centralizadas devem entrar em operação no Brasil nos próximos anos. Desse total, 3.341 MW já estão contratados e estão concentrados principalmente no Nordeste. No entanto, a expansão indicativa deve ocorrer em direção ao Centro-Oeste e Sudeste. Essa análise é parte de uma nota técnica sobre impactos socioambientais das fontes de geração de energia previstas no PDE 2035.
Operação comercial do projeto da Atlas Renewable Energy com nove das 11 usinas em Arinos, em Minhas Gerais, começou em janeiro, com conexão ao SIN e previsão de mais unidades até abril, reforçando geração renovável e empregos no estado.
Uma análise da BloombergNEF aponta que o custo nivelado de energia (LCOE) de uma usina solar típica de eixo fixo aumentou 6% em relação ao ano anterior, chegando a US$ 39/MWh em 2025, mas espera-se que a inovação e a concorrência reduzam os custos em 30% até 2035.
Obra do Conjunto Fotovoltaico Assú Sol foi concluída em dezembro de 2025, resultado de R$ 3,3 bilhões em investimentos, com entrada em operação comercial concluída 13/02. O empreendimento tem capacidade instalada de 895 MWp (753 MWac), gerando 229,6 MW médios, integralmente destinados ao mercado livre de energia.
Após vencer licitações públicas, a Matrix Energia fechará contratos de três anos com a Fiocruz — cobrindo 95% do consumo da fundação — e de cinco anos com a Prodam, atendendo 100% das unidades. Ambos os acordos preveem fornecimento de energia 100% renovável com I-RECs e gestão completa do consumo.
Um relatório global da BloombergNEF revela que a aquisição de energia limpa por empresas caiu em 2025 pela primeira vez em nove anos, em meio a preços negativos e incertezas políticas. As grandes empresas de tecnologia lideram as aquisições, enquanto o número de compradores de energia limpa em PPAs caiu pela metade nos Estados Unidos. A energia solar continua sendo a principal tecnologia de geração para PPAs.
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