O country manager da JA Solar no Brasil, Gabriel Magdalon, comenta sobre o cenário para o mercado de módulos no país e sobre o potencial para armazenamento, enquanto reconhece que ainda existem desafios a serem superados.
O maior evento de energia solar da Europa encheu 18 pavilhões em Munique e os novos lançamentos variaram de energia solar de varanda a inovações de cocô de vaca.
A Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) destaca o potencial transformador do hidrogênio verde e da amônia derivada do hidrogênio para a descarbonização da indústria marítima. De acordo com seus especialistas, o hidrogênio poderá ser usado em breve como combustível marítimo, já que a inovação contínua está programada para tornar o armazenamento e o transporte de hidrogênio mais viáveis ao longo do tempo.
A fabricante chinesa aposta em previsibilidade, parcerias locais e diferenciais tecnológicos para consolidar presença no mercado brasileiro e destaca que faltam políticas públicas que incentivem a adoção de tecnologias de ponta no país.
A empresa passa a oferecer soluções de modernização e atualização de equipamentos antigos, além de otimização de layouts. Essa estratégia é chave para prolongar a vida útil dos sistemas, aumentando a eficiência e maximizando o retorno financeiro dos investidores.
Especialistas que falaram no NetZero Milan Expo-Summit 2025 disseram à pv magazineque a crescente competitividade do lítio está pressionando produtos químicos emergentes como o íon de sódio, à medida que o mercado muda de ganhos incrementais para células maiores que podem remodelar o design do gabinete.
No evento Focus da pv magazine na Intersolar Europe, moderado pela editora de notícias da ESS, Marija Maisch, os palestrantes discutiram co-localização e financiamento, além de apresentações sobre as tendências do mercado.
Além da aposta na tecnologia TopCon como padrão para 2025, a fabricante chinesa prepara o lançamento de um sistema completo, que inclui módulo, microinversor e bateria. A companhia também aposta em nova sede e em um laboratório próprio para oferecer suporte técnico, pós-venda e atendimento ao cliente.
Uma minuta do projeto de lei de reforma do setor elétrico detalha as propostas, incluindo a criação da figura de Supridor de Última Instância, possível flexibilização para consumidores descontratados e fim dos descontos de TUST e TUSD para usinas de fontes renováveis no mercado livre. Texto também impõe carga mínima de 30 MW para autoprodução por equiparação e determina mudanças em rateio de custos do setor.
O estudo conduzido pela consultoria aponta os desafios do setor para garantir maior segurança, eficiência e resiliência ao sistema elétrico. A integração de sistemas fotovoltaicos e baterias, além da implementação de plataformas para monitorar a geração e o consumo local de forma coordenada, estão entre as possíveis soluções.
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