Prefeitura da cidade assinou acordo de cooperação com o BNDES. O banco de desenvolvimento avalia criar fundo para data centers e inteligência artificial com aporte de até R$ 1 bilhão.
A empresa de dados diz que investimentos de US$ 1,2 trilhão em sistemas de armazenamento de energia de bateria (BESS) serão necessários para apoiar a instalação de mais de 5,9 TW de nova capacidade eólica e solar globalmente até 2034.
Pelo novo sistema será possível migrar o consumidor, acompanhar em tempo real dados de medição de consumo, editar cadastros, desligar varejistas, suspender fornecimento, retornar o cliente para o mercado regulado e trocar o representante do consumidor na CCEE, se necessário. Entre janeiro e maio de 2025, a CCEE migrou quase 12 mil consumidores.
Após faturar R$ 1 bilhão em 2024, a empresa busca ampliar a presença das baterias na vida dos brasileiros, desde sistemas off-grid para áreas rurais até modelos de armazenamento como serviço para o setor de telecomunicações e prevê novo salto com foco em BESS.
Localizada no município de Russas, na região do Vale do Jaguaribe, em uma área de 304 hectares, a planta é capaz de gerar energia elétrica para abastecer aproximadamente 200 mil residências e é o primeiro projeto solar greenfield da chinesa CGN.
O excesso de oferta de precursores de baterias de íons de lítio e materiais ativos – e de baterias de fosfato de ferro e lítio (LFP), especialmente na China – reduziu os custos do sistema de armazenamento de energia, alimentando um recorde de 330 GWh de remessas de sistemas de armazenamento de energia de bateria (BESS) em 2024. Edward Rackley, chefe da equipe de armazenamento de energia da especialista em inteligência de negócios CRU, compartilha sua análise.
Relatório revela que as reduções de energia renovável no sistema interconectado nacional terão uma média de 8% na próxima década, com a região Nordeste enfrentando impactos severos em 11%, em comparação com apenas 2% no Sudeste e Centro-Oeste. O armazenamento de bateria surge como solução crítica, mas requer incentivos regulatórios.
Com um portifólio local que atende projetos de C&I a utility-scale, a fabricante chinesa vê o país como mercado estratégico e defende três pilares para destravar o setor: políticas públicas, remuneração adequada e marcos regulatórios definidos.
Enquanto o Brasil desperdiça bilhões com curtailment, setor cobra urgência em leilão de reserva de capacidade, que deve ocorrer apenas em 2026, uma espera que pode custar caro ao país. “O problema já está posto. A solução, as baterias, já existem. O que falta é coragem para destravar o mercado”, afirmou o CEO da Greener, Marcio Takata.
A fabricante chinesa aposta na expansão das soluções de armazenamento com lítio e defende a importância do retorno do regime de ex-tarifário para baterias e componentes, reduzindo o custo de importação, e da criação de incentivos fiscais e ambientais, especialmente voltados à substituição de geradores a diesel.
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