A empresa utilizará hidrogênio da água (H2O), que não contém carbono, combinado com energias renováveis como solar, eólica e hidrelétrica, fornecidas pela Casa dos Ventos, que resultará em uma redução de quase 99% das emissões de CO2 em comparação com os métodos tradicionais.
Preços de sistemas de até 150 kWp instalados em telhados caíram em média 7,5% em relação a junho de 2024, enquanto sistemas com mais de 150 kWp tiveram um aumento médio de 10,9% na mesma comparação. Participação dos residenciais em novas conexões vêm aumentando, enquanto as de comerciais e rurais diminuiu.
Neste ano, o comportamento da irradiância solar apresenta um grau maior de incerteza, devido à indefinição sobre a duração e intensidade do resfriamento das águas do oceano Pacífico, com potencial para intensificar as chuvas já no início do período úmido. Apesar do cenário ainda indefinido, os principais modelos climáticos mantêm uma perspectiva positiva para a geração fotovoltaica, especialmente nas regiões Sul, Nordeste e em amplas áreas do Centro-Oeste e Sudeste.
O governo da Namíbia concedeu uma aprovação ambiental para um parque solar de 3 GW. A energia gerada será utilizada para a produção de hidrogênio verde e amônia verde.
Pesuiquisadores na Índia desenvolveram duas ténicas de otimização de rastreadores solares que podem aumentar a geração de energia em até 54,36% quando combinadas. Um usa um sensor de luz e o outro depende de dados de GPS e um relógio em tempo real.
A energia solar, embora tenha muitos benefícios, também pode ter impactos ambientais significativos, como a supressão de vegetação, levantamento de poeira, alteração do microclima e conflitos hídricos, que afetam as comunidades no entorno dos projetos. Organizações da sociedade civil e movimentos populares preparam propostas para mitigar impactos e maximizar benefícios da geração fotovoltaica.
Bioma abriga 62% das áreas de usinas fotovoltaicas do Brasil, que totalizaram 35,3 mil hectares em todo o país em 2024. A maior parte da área convertida para usinas fotovoltaicas na Caatinga (52,6%, ou 11,4 mil ha) era anteriormente formações savânicas e florestais, enquanto 35% (7,5 mil ha) eram pastagens.
“Guia de Performance e Predição de Falhas em Energias Renováveis” propõe soluções integradas para prever falhas e aumentar a eficiência da energia solar no Brasil.
A Empresa de Pesquisa Energética publicou uma análise dos efeitos das mudanças climáticas sobre a geração solar. A combinação de altas temperaturas, clima seco e incidência de ventos, por exemplo, favorece a ocorrência de queimadas, que podem causar danos às usinas e aumentar a emissão de particulados na atmosfera, reduzindo a geração. Nos últimos anos, eventos climáticos extremos já afetaram as instalações no país.
Com tecnologias, empresa reforça segurança, reduz riscos e otimiza eficiência energética em diferentes frentes de geração. Robôs de limpeza a seco da SolarBot Brasil que otimizam a geração dos ativos mantendo os painéis sempre limpos: sujeira acumulada pode reduzir em até 35% a capacidade de produção de energia solar. Já o DockStation DJI, uma estação autônoma de voo de drones, permite a realização de missões aéreas remotas ou com rotas pré-programadas.
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