Com emissões no menor nível da série histórica, os sistemas isolados aceleram a transição energética com expansão de renováveis e armazenamento. A projeção de 180 MW de solar e 308 MWh em baterias até 2028 reforça a redução da dependência de térmicas a diesel.
Mais de 1,2 GWh de nova capacidade de armazenamento de energia atrás do medidor foi instalada em toda a Austrália em dezembro de 2025, enquanto famílias e empresas buscavam aproveitar o programa revisado do governo federal para Baterias Domésticas Mais Baratas, no valor de US$ 7,2 bilhões.
Espera-se que o projeto de armazenamento de energia de longa duração em escala de GWh reduza o curtailment em Xinjiang, uma região da China com alta geração solar e eólica, além de gargalos na transmissão. A instalação da bateria de fluxo é colocalizada com uma usina fotovoltaica.
Empresa de engenharia e construção de usinas fotovoltaicos e ativos de energia renovável fecha 2025 com cerca de 370 MW de projetos comercializados no Brasil. No portfólio estão projetos de médio e grande porte de geração própria solar, desenvolvidos para clientes industriais, comerciais e investidores na área, incluindo soluções de geração distribuída, zero-grid e sistemas de armazenamento por baterias (BESS).
Embora a resiliência continue sendo um fator crucial para que os proprietários de casas adotem o armazenamento de baterias residenciais, ela não está no topo da lista de prioridades da maioria dos clientes, como muitos instaladores acreditam.
Os leilões dos sistemas isolados e a chamada do CGPAL iniciaram um movimento de descarbonização na região Norte, demonstrando a viabilidade de substituição total ou parcial de geradores a diesel por sistemas híbridos com solar e baterias.
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicou, nesta terça-feira (30/12), o Planejamento do Atendimento aos Sistemas Isolados para o ciclo 2026 a 2030. Atualmente, 93% da geração para atendimento aos sistemas isolados vem de fontes fósseis, sendo 70% óleo diesel e 23,1% gás. O planejamento da EPE, no entanto, projeta um crescimento da geração solar e de armazenamento de energia em baterias para atender essas localidades.
Há dez anos, quando o Acordo de Paris colocou o mundo no caminho para limitar o aquecimento global a 1,5°C, a maioria dos especialistas em energia entendia que as energias renováveis e os sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) precisariam ser ampliados drasticamente. O que poucos previram foi o quanto isso exigiria que repensássemos completamente a própria rede elétrica, escreve Aazzum Yassir, da Pulse Clean Energy
Esperado desde 2024, o leilão de reserva de capacidade para sistemas de armazenamento em baterias está cada vez mais próximo. Ao longo de 2025, as regras do leilão e a regulamentação caminharam e, no final do ano, ainda receberam novas diretrizes via Lei 15.269.
A Blue Current, que possui uma linha de produção piloto em Hayward, Califórnia, utilizará o financiamento para avançar na comercialização de sua tecnologia de baterias de silício de estado sólido para aplicações de armazenamento estacionário e mobilidade.
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