A associação destaca que, apesar dos desafios regulatórios persistentes, os investimentos no setor devem girar em torno de R$ 27 bilhões.
Na análise da Aurora Research, diante da participação crescente das fontes na matriz, do aumento do custo da rede e dos cortes de geração, a combinação de solar com eólica pode simplificar os processos de licenciamento e melhorar os retorno financeiro dos projetos. O cenário também cria oportunidades para armazenamento em baterias, mas os projetos ainda enfrentam dificuldades para ganhar competitividade.
Os recursos serão usados para a estruturação, implantação, comissionamento e operação dos projetos de geração distribuída de energia solar, de 22 fazendas solares no Pará, Minas Gerais, Maranhão e Pernambuco até o segundo trimestre de 2026. É o primeiro financiamento da IFC, parte do Banco Mundial voltada para países emergentes, destinado à um projeto de geração distribuída na América Latina.
Instituições desenvolverão curso em operações portuárias com expertise em manuseio de amônia, hidrogênio e LOHC. Porto do Pecém será o ponto de partida. Datas e processos para participação ainda não foram divulgados.
Segundo projeções da Absolar, setor fotovoltaico deverá adicionar mais 13 GW de capacidade instalada em 2025. Esse volume deve gerar 396,5 mil empregos. Ao final de 2025 fonte deve acumular 65 GW de capacidade instalada no país, sendo 43 GW na geração distribuída.
Com o aumento da alíquota do Imposto de Importação (II), de 9,6% para 25%, no Brasil e com a redução de 13% para 9% do benefício fiscal para exportação de painéis fotovoltaicos da China, o preço dos módulos para um sistema residencial de 4 kWp pode aumentar até 26%, estima a consultoria. O payback de um sistema desse porte sairia de 3 anos para 3,2 anos.
Parceria com a Trinity amplia oferta de energia limpa na região e oferece novas oportunidades de economia para consumidores atendidos na área de concessão da Neoenergia Coelba. Foram investidos R$ 11,6 milhões nas duas usinas de 1 MW cada.
Agência sinaliza que armazenamento poderá ter uma “subespécie” de outorga de geração. Além disso, sugere a autorização de empilhamento de receitas por diferentes serviços prestados, além de endereçar a preocupação com a cobrança dupla de encargos do sistema de transmissão. A nova fase de consulta pública ficará aberta até o dia 30/01/25.
Para o Secretário de Indústria e Comércio do Instituto Nacional de Energia Limpa (Inel), Wladimir Janousek, é necessário criar políticas de incentivo à demanda específicas para os fabricantes locais.
O enquadramento de projetos no regime tributário especial já era previsto desde a publicação da Lei 14.300, mas as primeiras aprovações saíram agora. De acordo com a Absolar, a publicação representa um avanço importante na transição energética e na maior atratividade dos sistemas solares, mas ainda há diversos projetos aguardando aprovação no REIDI.
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