O Complexo Fotovoltaico Novo Oriente, localizado no município de Ilha Solteira, em São Paulo, conta com 254,50 MW e tem contrato com a rede McDonald’s. Ao todo, Brasil soma 20 GW de geração solar centralizada.
Companhia opera, através da CPFL Geração, 843,3 MW de capacidade eólica no Rio Grande do Norte. Como novos investimentos em geração fotovoltaica, deve gerar mil empregos na fase de instalação no estado.
Esperado desde 2024, o leilão de reserva de capacidade para sistemas de armazenamento em baterias está cada vez mais próximo. Ao longo de 2025, as regras do leilão e a regulamentação caminharam e, no final do ano, ainda receberam novas diretrizes via Lei 15.269.
Em 2025, pela primeira vez, as adições de geração solar no Brasil devem ser menores que no ano anterior, refletindo uma tendência global. Ao mesmo tempo, fabricantes, distribuidoras e integradores apostam no armazenamento como nova via de crescimento. Projetos exigem um novo aprendizado e um entendimento refinado da necessidade do consumidor. Apesar do arrefecimento atual, ritmo de instalações solares precisa acelerar para cumprimento de metas climáticas.
As centrais fotovoltaicas de grande porte atenderam 15,38% da demanda nacional em novembro deste ano, chegando a suprir 17,17% da carga no dia 29/11 e a 47,6% às 11 horas do dia 27/11, segundo dados do ONS.
Portfólio comercializado inclui usinas fotovoltaicas localizadas em 5 cidades nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Novo marco legal do setor elétrico abre caminho para soluções como armazenamento de energia e geração local, beneficiando empresas com redução de custos e maior previsibilidade no consumo.
Companhia se prepara para atender vencedores do certame a partir da expertise de engenharia, construção e operação de empreendimentos fotovoltaicos com sistemas de armazenamento.
Produto reúne ganhos de eficiência, operação em menor temperatura e até 2% mais geração mensal, reforçando o portfólio da marca com soluções voltadas a projetos de médio e grande porte.
Já em 2026, o nível dos cortes de geração solar centralizada deve chegar a 23,5% na média anual. A maior parte dos cortes fica concentrada nos período de 09h até 16h, coincidindo com o pico de geração solar distribuída. O Operador Nacional do Sistema recomendou que a expansão da geração solar centralizada e distribuída não continue avançando em ritmo superior ao crescimento da carga diurna no SIN.
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