O impacto de conflitos no Oriente Médio sobre a oferta e os preços do petróleo pode, em uma primeira análise, reforçar argumentos pela transição energética, mas também expõe a dependência de importações para investimentos em tecnologias limpas. A interrupção das rotas de navegação no Estreito de Ormuz não afetam apenas a entrega de óleo, gás e derivados, mas também as exportações chinesas incluindo painéis fotovoltaicos.
Empresa afirma ter média de 1.800 projetos homologados por mês e aposta em crédito próprio e soluções integradas para sustentar crescimento no mercado solar.
Absae, Absolar, Abeeólica, Abiape e Apine assinam carta conjunta na qual avaliam que a atribuição apenas aos geradores do rateio do custo do armazenamento em baterias, determinada pela Lei 15.269, pode gerar distorções no mercado elétrico.
O projeto Complexo Fotovoltaico Flutuante Anta é composto por 20 usinas fotovoltaicas flutuantes de 5 MW cada, totalizando 100 MW, e será instalado no espelho d’água da UHE Anta, nos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Segundo a consultoria meteorológica Tempo OK, 8 estados registraram queda significativa na irradiância, com destaque para Minas Gerais, onde a baixa incidência de sol pode ter comprometido o desempenho das usinas.
O PowerTitan 3.0 é instalado em contêiner de 20 pés e integra inversor de 1,78 MW a baterias com capacidade de 7,14 MWh por unidade. Em configuração de quatro horas, quatro blocos podem operar de forma combinada, totalizando 7,2 MW e 28,5 MWh.
As análises indicam que microrredes híbridas, integrando renováveis e armazenamento, apresentam trajetória consistente para redução de custos, aumento da segurança energética e melhoria da eficiência operacional nos sistemas isolados. A transformação depende da evolução regulatória, da padronização técnica e da consolidação de mecanismos institucionais que sustentem sua adoção em escala.
Entre dezembro e janeiro, quatro das 10 usinas que compõem o complexo iniciaram a fase de testes. A previsão é que todas as unidades entrem em operação comercial até dezembro de 2027. O empreendimento conta com um investimento estimado de R$ 2,13 bilhões.
Processo aberto até o dia 08/03 está alinhado a uma das metas para o setor de transporte do Plano Estadual de Ação Climática de Minas Gerais, que prevê alcançar 900 mil veículos movidos por propulsão alternativa à combustão até 2050. A iniciativa define requisitos de segurança para a instalação de Sistemas de Alimentação de Veículos Elétricos em edificações de uso coletivo.
A região Sudeste concentra a maior parte dos sistemas com mais de 1 milhão.
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