Empresa de engenharia e construção de usinas fotovoltaicos e ativos de energia renovável fecha 2025 com cerca de 370 MW de projetos comercializados no Brasil. No portfólio estão projetos de médio e grande porte de geração própria solar, desenvolvidos para clientes industriais, comerciais e investidores na área, incluindo soluções de geração distribuída, zero-grid e sistemas de armazenamento por baterias (BESS).
Outorgas foram revogadas pela Aneel a pedido dos empreendedores, porque os projetos foram considerados inviáveis. A oferta de projetos solares centralizados vem caindo, assim como a nova capacidade adicionada em 2025. A Aneel projeta uma recuperação em 2026, com 4,566 GW a serem adicionados.
A associação projeta que a micro e minigeração distribuídas chegarão a 50 GW até o final do ano, o que representaria um crescimento de 15% em relação ao acumulado até o final de 2025. Em entrevista à pv magazine Brasil o presidente da ABGD, Carlos Evangelista falou sobre a agenda da associação para esse ano, incluindo incentivos para consumidores residenciais, com ou sem GD, instalarem baterias para fazer o time shift e consequentemente atenuar a “curva do pato” característica da geração solar.
O plano de investimentos em infraestrutura de saneamento básico da companhia foi enquadrado como prioritário pelo Ministério das Cidades e inclui três usinas fotovoltaicas que somam 3,891 MWp. Com enquadramento, a empresa poderá emitir valores mobiliários incentivados para financiar projetos.
A Consulta Pública nº 21 discutirá as regras de compensação financeira aos geradores de energia eólica e solar fotovoltaica impactados por cortes de geração no Sistema Interligado Nacional (SIN). A Nota Técnica e a minuta do Termo de Compromisso a ser assinado pelos agentes de geração reforçam o entendimento de que os cortes por motivo de sobreoferta de energia não serão ressarcidos.
Os leilões dos sistemas isolados e a chamada do CGPAL iniciaram um movimento de descarbonização na região Norte, demonstrando a viabilidade de substituição total ou parcial de geradores a diesel por sistemas híbridos com solar e baterias.
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicou, nesta terça-feira (30/12), o Planejamento do Atendimento aos Sistemas Isolados para o ciclo 2026 a 2030. Atualmente, 93% da geração para atendimento aos sistemas isolados vem de fontes fósseis, sendo 70% óleo diesel e 23,1% gás. O planejamento da EPE, no entanto, projeta um crescimento da geração solar e de armazenamento de energia em baterias para atender essas localidades.
O Complexo Fotovoltaico Novo Oriente, localizado no município de Ilha Solteira, em São Paulo, conta com 254,50 MW e tem contrato com a rede McDonald’s. Ao todo, Brasil soma 20 GW de geração solar centralizada.
Companhia opera, através da CPFL Geração, 843,3 MW de capacidade eólica no Rio Grande do Norte. Como novos investimentos em geração fotovoltaica, deve gerar mil empregos na fase de instalação no estado.
Esperado desde 2024, o leilão de reserva de capacidade para sistemas de armazenamento em baterias está cada vez mais próximo. Ao longo de 2025, as regras do leilão e a regulamentação caminharam e, no final do ano, ainda receberam novas diretrizes via Lei 15.269.
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