Companhia já entregou 15 usinas do total de 20 que a empresa desenvolve no estado, com investimento total de R$ 387 milhões. Dos projetos, 14 já possuem acordos de comercialização com a CMU Energia e ECOM Energia Renováveis, para desenvolvimento no modelo de geração compartilhada.
O objetivo central é contribuir para a acessibilidade segura, sustentável e culturalmente adequada à energia elétrica em comunidades tradicionais, ao mesmo tempo em que institucionaliza uma rede de parcerias público-privadas para a criação de soluções inovadoras. A iniciativa também prevê o mapeamento das barreiras ao acesso universal, equitativo e sustentável à energia elétrica.
Segundo a EPE, 8.947 MW de usinas solares centralizadas devem entrar em operação no Brasil nos próximos anos. Desse total, 3.341 MW já estão contratados e estão concentrados principalmente no Nordeste. No entanto, a expansão indicativa deve ocorrer em direção ao Centro-Oeste e Sudeste. Essa análise é parte de uma nota técnica sobre impactos socioambientais das fontes de geração de energia previstas no PDE 2035.
Em conjunto com investidores e empresas de energia que ofertam o BESS as a Service, epecista já entregou 63 MWh de capacidade de armazenamento para clientes comerciais e industriais no país. Outros 16 MWh estão em construção e 80 MWh em desenvolvimento, incluindo cogeração com energia solar. Em entrevista à pv magazine Brasil, o diretor de Novos Negócios da empresa, Ciro Fusaro, destaca o papel da pré-engenharia para garantir a solução mais adequada para cada cliente.
Obra do Conjunto Fotovoltaico Assú Sol foi concluída em dezembro de 2025, resultado de R$ 3,3 bilhões em investimentos, com entrada em operação comercial concluída 13/02. O empreendimento tem capacidade instalada de 895 MWp (753 MWac), gerando 229,6 MW médios, integralmente destinados ao mercado livre de energia.
Em resolução publicada nesta segunda-feira (23/02) no Diário Oficial da União, o comitê executivo de gestão da Câmara de Comércio Exterior do MDIC atualizou a lista de isenções de imposto de importação incluindo o módulo fotovoltaico flexível, comumente usado em aplicações móveis.
Associações avaliam que parâmetros divulgados para termelétricas no leilão de reserva de capacidade seriam adequados para remunerar o armazenamento de energia em baterias pelo mesmo serviço, desde que
Estudo avalia, com base em dados reais do Sistema Interligado Nacional entre 2024 e 2025, o desempenho técnico, econômico e regulatório de baterias operando como agentes autônomos de mercado, atrás do medidor para deslocamento de consumo e co-localizadas com geração solar distribuída.
Nota técnica da agência analisa impactos da Lei 15.269 sobre a regulação e recomenda a criação de um processo de outorga específico para os SAEs. A agência mantém o entendimento sobre a forma de contratação de uso do sistema de transmissão e distribuição Também recomenda limitar em 20% a descontratação de uso da rede por parte de geradores interessados em compartilhar o acesso com sistemas de armazenamento.
Revisão do preço-teto de térmicas nos leilões de reserva de capacidade marcados para março, alcançando até R$ 2,9 milhões por MW instalado por ano, reforçam a competitividade dos sistemas de armazenamento em baterias, disse à pv magazine Brasil o presidente da ABSAE, Markus Vlasits. O BESS, em comparação, poderia ter um preço-teto de R$ 1,2 milhão a R$ 1,7 milhão por MW por ano, a depender de regras que ainda serão publicadas.
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