Em 2025, pela primeira vez, as adições de geração solar no Brasil devem ser menores que no ano anterior, refletindo uma tendência global. Ao mesmo tempo, fabricantes, distribuidoras e integradores apostam no armazenamento como nova via de crescimento. Projetos exigem um novo aprendizado e um entendimento refinado da necessidade do consumidor. Apesar do arrefecimento atual, ritmo de instalações solares precisa acelerar para cumprimento de metas climáticas.
As centrais fotovoltaicas de grande porte atenderam 15,38% da demanda nacional em novembro deste ano, chegando a suprir 17,17% da carga no dia 29/11 e a 47,6% às 11 horas do dia 27/11, segundo dados do ONS.
Portfólio comercializado inclui usinas fotovoltaicas localizadas em 5 cidades nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Novo marco legal do setor elétrico abre caminho para soluções como armazenamento de energia e geração local, beneficiando empresas com redução de custos e maior previsibilidade no consumo.
Companhia se prepara para atender vencedores do certame a partir da expertise de engenharia, construção e operação de empreendimentos fotovoltaicos com sistemas de armazenamento.
Produto reúne ganhos de eficiência, operação em menor temperatura e até 2% mais geração mensal, reforçando o portfólio da marca com soluções voltadas a projetos de médio e grande porte.
Já em 2026, o nível dos cortes de geração solar centralizada deve chegar a 23,5% na média anual. A maior parte dos cortes fica concentrada nos período de 09h até 16h, coincidindo com o pico de geração solar distribuída. O Operador Nacional do Sistema recomendou que a expansão da geração solar centralizada e distribuída não continue avançando em ritmo superior ao crescimento da carga diurna no SIN.
Consulta Pública da Aneel sobre recarga de veículos elétricos propõe a criação de uma modalidade de contratação “permanente flexível”, que permitiria a conexão de cargas em locais onde há restrições, com limitações previamente definidas por dias e horários. Além disso, torna obrigatória a publicação de um Mapa de Disponibilidade do Sistema de Distribuição pelas distribuidoras, com informações sobre a capacidade da rede para novas conexões de carga e geração.
O sistema elétrico brasileiro precisará acrescentar 5.301 km de novas linhas de transmissão entre 2026 e 2030, além de 24.314 MVA de nova capacidade de transformação em subestações, prevê o Operador Nacional do Sistema. A expansão será necessária para atender o crescimento de 17% da carga previsto nesse período, com a demanda chegando 129 GW em 2030.
Ventos acima de 98 km/h deixaram mais de 2 milhões sem energia e alimentam a discussão sobre investimentos em resiliência da rede e armazenamento de energia.
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