Em entrevista à pv magazine, o diretor da companhia para a América Latina, Felipe Santos, detalha a visão estratégica da Osda para o Brasil, incluindo a incorporação da marca Austa, fabricante de inversores híbridos e baterias. O executivo também destaca a preferência do mercado de varejo por módulos de grande porte, apesar dos desafios práticos de instalação.
Entre as tendências comuns a todos os cenários do World Energy Outlook 2025, está o aumento da demanda por serviços energéticos incluindo mobilidade; aquecimento, refrigeração, iluminação e outros usos domésticos e industriais; e, cada vez mais, serviços relacionados a dados e inteligência artificial. A demanda por eletricidade também cresce muito mais rápido do que o consumo total de energia em todos os cenários do WEO-2025.
O CEO da empresa, Jacques Hulshof, alerta que, por outro lado, a ausência de manutenção adequada pode gerar perdas expressivas de produção, reduzir a vida útil dos equipamentos e até causar acidentes graves, como incêndios e queda de módulos em telhados.
Nova análise da Aurora Energy Research avalia os desafios regulatórios e o impacto dos sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS, na sigla em inglês) como solução de flexibilidade para o sistema elétrico brasileiro.
A companhia também colocará em operação a usina solar Serrita, de 69 MWp, em Pernambuco. O investimento de aproximadamente R$ 1,2 bilhão adicionará no total 340 MWp de energia limpa ao sistema energético brasileiro, o que corresponde 5% da nova capacidade solar do Brasil em 2025.
Serão contratados sistemas a partir de 30 MW de capacidade, com compromisso de entrega da potência máxima durante quatro horas por dia. Os contratos ofertados terão 10 anos de duração e o início do suprimento está previsto para 1º de agosto de 2028.
Projeto de BESS implantado em parceria com a 3P Energia será operado no modelo load shifting, com potencial de reduzir em até 20% a conta de luz do edifício empresarial. Será o primeiro sistema de baterias instalado pela GreenYellow no Brasil.
A homologação nos níveis N1 e N2 assegura que os modelos computacionais utilizados em simulações representam com alta precisão o comportamento real dos equipamentos durante transitórios e eventos de rede, contribuindo diretamente para a robustez e resiliência do sistema elétrico nacional.
A consultoria CELA estima que o mercado brasileiro de baterias deve ultrapassar a escala do GWh em 2025, chegando a 2,5 GWh no cenário otimista — mas cada vez mais provável — e a pelo menos 1,3 GWh no cenário pessimista. Mesmo sem um leilão de reserva de capacidade, aplicações como hibridização de usinas, leilão de sistemas isolados, C&I e backup puxam o mercado.
Nos últimos dois anos, a empresa começou a redirecionar sua estratégia no Brasil para focar em soluções zero grid e em armazenamento de energia, uma tendência que a GreenYellow observava globalmente e que agora é reforçada no país com a aprovação da MP 1.304.
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