Com 245 mil novas instalações de energia solar apenas em 2025, o país já soma mais de 3,4 milhões de sistemas solares conectados à rede elétrica. O segmento residencial responde por 83% dos novos sistemas com instalações com potência entre 3 e 6 kWp que já representam 47% das conexões feitas até abril.
Instalada no telhado na unidade de produção em área de 47 mil m2, em Lençóis Paulista, interior de São Paulo, o sistema conta com 10.836 painéis solares e atenderá 20% da demanda de energia da fábrica.
A fabricante chinesa vê o armazenamento como peça-chave para a transição energética e consolida presença com equipe própria no Brasil. Para a empresa, os impostos de importação encarecem projetos solares e comprometem competitividade do setor.
Com mais de 500 patentes de heterojunção (HJT) e 169 em armazenamento, a empresa também vem trabalhando pela fabricação em massa da tecnologia Back Contact e cobra políticas que reduzam custos e acelerem os projetos fotovoltaicos no país.
No primeiro quadrimestre de 2025, o Brasil chegou a 3,47 milhões de sistemas de micro e minigeração distribuída conectados à rede de distribuição, reunindo potência instalada próxima de 39,22 GW. São Paulo foi o destaque entre os estados com 46 mil usinas em operação, totalizando 405 MW.
Apesar de oscilações globais e da concentração da demanda interna chinesa, o Brasil permanece como um dos mercados mais relevantes para a empresa, que projeta transição do TOPCon para o Back Contact e defende avanço do hidrogênio verde como fronteira energética.
A fabricante chinesa mantém o foco na TOPCon nos próximos 5 anos e prevê estabilidade de preços dos módulos no segundo semestre, mas segue atenta aos desafios do setor como as questões regulatórias, produtos de baixa qualidade e os impactos do curtailment.
O country manager da JA Solar no Brasil, Gabriel Magdalon, comenta sobre o cenário para o mercado de módulos no país e sobre o potencial para armazenamento, enquanto reconhece que ainda existem desafios a serem superados.
Viabilizado pela Neoenergia por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Aneel, o sistema solar contará com investimento superior a R$ 3,5 milhões e será implantado na residência oficial da Presidência da República, em Brasília (DF), gerando uma economia estimada de R$ 1 milhão por ano.
A fabricante chinesa aposta em previsibilidade, parcerias locais e diferenciais tecnológicos para consolidar presença no mercado brasileiro e destaca que faltam políticas públicas que incentivem a adoção de tecnologias de ponta no país.
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