Com negociações em estágio avançado no Brasil e em outros mercados da América Latina, a empresa aposta em trackers inteligentes, estruturas de alta engenharia e na evolução regulatória para ampliar sua presença em projetos utility-scale, híbridos e de geração distribuída a partir de 2026.
Ambiente já soma mais de 82 mil unidades, responde por 43% do consumo nacional e avança com força em serviços, comércio e regiões fora dos grandes centros. As empresas de serviços responderam por 6.478 novas unidades consumidoras no período, enquanto o comércio somou outras 3.945 adesões.
Aquisição envolve três usinas de geração distribuída, soma 10 MWp de potência instalada e investimento de R$ 52,8 milhões. Movimento garante 100% de participação nos ativos próprios e reforça a estratégia da companhia no mercado de energia solar descentralizada.
Mesmo com a desaceleração em grandes projetos solares, a empresa encerra o ano com 3 GW fornecidos, aposta no crescimento do BESS e prepara lançamentos de inversores híbridos e microinversores para o próximo ano.
Com R$ 320 milhões em investimentos, plano amplia a resiliência do sistema para atender até 10 milhões de pessoas, combinando manutenção reforçada, ativos de contingência e a operação estratégica do BESS, com despachos previstos em períodos críticos como Réveillon e Carnaval.
Com investimento superior a R$ 1,1 milhão, iniciativa em parceria com o SENAI capacita moradores de regiões isoladas em energia fotovoltaica e tecnologias associadas, combinando formação técnica, inclusão produtiva e soluções off-grid com baterias de lítio.
Foram instaladas 1.050 placas solares com potência de 580 W e além do impacto ambiental positivo, a implantação da usina trará economia aproximada de R$ 50 mil por mês nos gastos com energia elétrica do Tribunal.
Capacidade adicionada em 2026 deve cair em relação a 2025 e totalizar cerca de 649 GW com mudanças de política na China, EUA e em mercados maduros que mostram sinais de saturação. A expectativa é de recuperação moderada em 2027 para aproximadamente 688 GW de novos projetos.
De acordo com o operador, a redução da carga supervisionada, o aumento do fluxo reverso e a perda de controlabilidade elevam a complexidade da operação. As projeções indicam que, em instantes específicos, a geração conectada às redes de distribuição poderá suprir mais de 60% da carga do SIN, sobretudo no período diurno. O cenário exige maior coordenação entre agentes e medidas estruturais para preservar a segurança energética do país.
A iniciativa reforça o posicionamento da empresa em um contexto de avanço da geração distribuída e maior instabilidade da rede elétrica. Com expectativa de estímulos regulatórios e queda de custos, o armazenamento de energia ganha espaço em aplicações residenciais, comerciais e industriais.
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